Confissão: A Minha Dupla Vida de Esposa Exemplar e Puta Secreta

Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de contas num banco cá no Porto. De fora, pareço perfeita: casa arrumadinha nos subúrbios, dois miúdos na escola, eu a trabalhar como consultora em marketing. Vestidos castos, sorriso educado nas reuniões. Mas… ai, mas por dentro? Uma fogueira. Adoro o segredo, o coração aos pulos, o risco de tudo desabar. A aliança no dedo esquerdo brilha enquanto penso no próximo caralho que vou mamar.

Há meses que falo com ele no site de encontros. Chama-se Miguel, magro, pele lisa sem um pêlo no peito, olhos finos. Mandou foto do pau – grosso, comprido, a roçar o umbigo. ‘Quero-te na nossa cama’, disse-lhe. Marido no escritório até às 19h, mas e se volta cedo? Essa adrenalina… hum, molha-me toda. Hoje, mandei mensagem: ‘Vem já. Rápido.’ Vesti robe curto, nada por baixo. Olho o espelho: cona depilada, lábios grandes prontos para abrir. Coração bate forte. Toque na porta. Abro, puxo-o para dentro. ‘Silêncio’, sussurro. Empurro-o para o quarto, para a nossa cama de casal.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido

Ele cai de costas, olhos arregalados. ‘Desabotoa’, ordeno, de pé ao pé da cama. Ele obedece devagar, cinto, braguilha. O pau salta, duro, veias pulsantes. Não cabe na minha mão. ‘Que caralho lindo e grosso!’, digo, pegando. Sinto a aliança fria contra a pele quente dele. Culpa? Um segundo. Tesão? Infinito. Sento-me ao lado, aperto. Ele geme baixo. ‘Chupa-me’, pede. Abro a boca, engulo o máximo. Babo, língua no saco. Ele põe mão na minha nuca, fode-me a boca. ‘Vai, puta casada’, murmura. Ouço o relógio: 16h45. Urgência. Ele treme, goza jatos grossos no peito dele. ‘Boa giclée!’, rio, limpando com lençol.

O Encontro Explosivo e o Risco de Ser Apanhada

Deito-me nele, beijos molhados. ‘Agora come-me a cona’, digo. Ele vira-me, abre pernas. Dedos na minha entrada molhada – três de uma vez. ‘Estás ensopada, safada.’ Língua no cu, chupa forte. Gemidos meus ecoam. ‘Mais fundo!’ Toque clítoris, gozo rápido, corpo a tremer. Ele ri. ‘Agora o meu cu.’ Viro-o de joelhos, cara no travesseiro. Rabo liso, virgem. Lambo o buraco, molho bem. ‘Relaxa.’ Pego no plugue da gaveta – fino, longo. Encho de saliva, empurro devagar. Ele grunhe: ‘Devagar, caralho!’ Meto e tiro, ele endurece outra vez. ‘Fode-me a cona agora.’ Ele entra por trás, pau inteiro. Bate forte, cama range. ‘Imagina o teu marido a entrar’, diz. Gozo de novo, ele enche-me de porra quente. 17h20. ‘Vai-te embora!’

Ele veste-se a correr, beijo rápido. Fecho porta, cheiro a sexo no ar. Tomo duche veloz, mudo lençóis. João liga: ‘Chego em 30min.’ Sorrio ao telefone, cona ainda a pulsar. Janto pronto, miúdos felizes. Noite normal. Mas eu? Eu vivo o segredo. Amanhã, vejo o vídeo que gravei escondido. O risco, a culpa misturada com gozo… é viciante. Quero mais. Quem sabe o Miguel volta, ou outro. A esposa perfeita é a maior puta.

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