Confissão: A Minha Dupla Vida com a Estudante Irresistível

Tenho 38 anos, casada há 16, mãe de quatro filhos, médica numa clínica em Lisboa. Vida impecável por fora: jantares em família, aliança brilhando no dedo, rotina certinha. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o proibido, aquela adrenalina de poder ser apanhada. E há duas semanas, o conselho pediu-me para hospedar Sofia, uma estudante de medicina a fazer exames para internato. Alta, 1,75m, morena de cabelos longos, olhos azuis que perfuram a alma, seios generosos, pernas de deusa. Chegou tarde, perfume de mel que me invadiu o quarto. Voz grave, grave como um gemido. Fui para a cama e… topei-me. Dedos na cona molhada, imaginando-a nua, a gemer o meu nome.

No pequeno-almoço, chemisier justo, calças coladas ao rabo perfeito. ‘Doutora Ana, o seu marido e você saem esta noite? Eu fico com as crianças, sem problema.’ Sorri, mas o meu coração acelerou. Cinco anos, desde a mais velha até ao bebé. ‘Obrigada, Sofia. Eu ajudo-te.’ Ajudo? Meu Deus, o que eu queria era lamber-te toda. O dia no hospital foi um inferno, só pensava nela. O marido, o meu porto seguro, beijou-me à saída: ‘Volto tarde, amor.’ Perfeito. Jantar feito, mandei os miúdos para a cama. Silêncio na casa. Sofia: ‘Vou tomar banho, Ana. Boa noite.’ Boa noite? Nem pensar.

O Segredo Começa em Casa

O corredor escuro, a lucarna da casa de banho acesa. Sentei-me no cadeirão, coração a martelar. Lá em baixo, ela na banheira, espuma a cobrir mas revelando tudo: triângulo negro aparado, mamas empinadas, mamilos rosados. Eu mordi o lábio. Ela ensaboou as pernas, subindo devagar, quase tocando a cona. Depois, sentou-se, mãos no ventre, nos seios. Imergiu, emergiu nua. E então… oh porra. Pernas abertas, mão direita entre elas. Dedos a entrar, polegar no clitóris. Movimentos rápidos, mamas balançando, respiração ofegante. Gozou em silêncio, corpo tenso, água a chapinhar. Levou os dedos à boca, lambeu o mel dela. Olhos fixos no espelho. No espelho que me mostrava a nós as duas. Ela viu-me. Meu Deus, viu-me a tocar-me por cima das calças, cona latejando.

A Noite do Prazer Explosivo

Porta do meu quarto rangeu. ‘Ana… posso?’ Peignoir fechado, mas sei que está nua. ‘Entra, Sofia. Chut.’ Fechei a porta, tranca. Um metro de distância, olhares em chamas. ‘Vi-te. E tu a mim.’ Avançou, mãos no meu rosto. Beijo molhado, línguas selvagens. ‘Rápido, os miúdos…’ Arrancou-me a camisola, mamadas nos meus peitos. ‘Que mamas duras, Ana. Casada e tão safada.’ Deitei-a na cama, aliança fria contra a pele quente dela. Abri-lhe as pernas, cona inchada, molhada. Lambi devagar, grandes lábios, clitóris duro. ‘Come-me, doutora. Faz-me gozar.’ Três dedos dentro, fodendo forte, língua no cu. Ela abafou gemidos na almofada. ‘Vira-te.’ 69 urgente, conas na boca uma da outra. Sucava o clitóris dela, ela os meus lábios. ‘Vou gozar… porra!’ Jatos na cara dela, ela tremeu toda, mel escorrendo. Dedos no cu dela enquanto lambia, orgasmo duplo, corpos suados.

Cinco minutos, não mais. Ela beijou-me: ‘Segredo nosso.’ Saiu nua pelo corredor. Eu limpei a cama, vesti-me, marido chegou meia hora depois. Deitei ao lado dele, cheirando a sexo, aliança suja de nós. Coração ainda disparado, cona dolorida de prazer. Amanhã, ela vai embora. Mas o risco… o segredo… já quero mais. Esta dupla vida é o meu vício. Quem diria que a médica recatada é uma puta do proibido?

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