Confissão Íntima: Minha Dupla Vida como Executiva e Devassa Secreta

Chamo-me Vera, tenho 51 anos, sou diretora financeira numa grande empresa em Lisboa. Aos olhos de todos, sou a mulher casada, impecável, com o Vicente ao lado há 25 anos. Uso saias-canal e blusas discretas, gerencio milhões no escritório. Ninguém imagina o que se passa por baixo desta fachada. Meu coração acelera só de pensar. O Vicente gosta de me fotografar nua na natureza, mas ele é tão… inofensivo. Este verão, numa caminhada na serra, despi-me para ele. Caminhei nua, o sol na pele, o vento entre as pernas. Esfreguei-me numa árvore, mostrei a cona depilada, o cu erguido a quatro patas. Estava encharcada, mas ele só clicava. Que frustração! Queria mais, queria ser usada.

Comecei a sonhar com um fotógrafo profissional. Procurei online, enviei fotos nuas para provar. Escolhi o Cláudio, perto de casa, discreto. Marquei para uma tarde, enquanto o Vicente estava em conferência no Porto. Menti que ia ao cabeleireiro. O coração batia forte no metro, a aliança no dedo brilhava como um lembrete culpado. E se alguém me visse? Aquela adrenalina… molhava-me as cuecas.

O Segredo que Começou a Ferver na Minha Rotina

Cheguei ao estúdio às 16h. Cláudio apresentou a Alina, maquilhadora de 45 anos, curvilínea, seios fartos. Ela maquilhou-me com lábios vermelhos provocantes. Começamos com uma saia justa e casaco, sem sutiã. ‘Desabotoa devagar’, disse ele. Revelei os seios firmes, os mamilos duros. Tirei o casaco, topless. Depois, a saia caiu. Só um fio dental vermelho. Encharcada já. ‘Tira tudo’, ordenou. Posei de quatro, mostrei a cona aberta, o cu piscando.

Ele propôs: ‘Vou amarrar-te os pulsos, braços para cima. A Alina vai-te tocar.’ Hesitei: ‘Não sei…’ Mas a cona latejava. ‘Rende-te’, disse. Amarrou-me, nua, exposta. Alina despiu-se, seios pesados roçando os meus. Beijou-me devagar, língua quente. Depois gulosa, chupando meu pescoço. As mãos dela nas minhas tetas, apertando. Desceu, dedos na cona. Entraram fácil, eu pingava. ‘Estás tão molhada, Vera’, murmurou. Fodiam-me com dois dedos, o polegar no clitóris. Gemi alto, o corpo tremia. Ela chupou os mamilos, depois ajoelhou e lambeu a cona, língua no cu. Gozei como uma puta, jatos na boca dela, pernas a tremer.

O Êxtase Proibido no Estúdio e o Regresso Pulsante

Cláudio clicava tudo, mais de 800 fotos. Desamarrou-me: ‘Foste incrível, queres mais?’ Sorri, ofegante: ‘Achas?’

Voltei a casa antes do Vicente. Tomei banho rápido, o cheiro dela ainda na pele. Jantei como se nada, mas a cona latejava. De noite, no quarto, toquei-me revivendo. A aliança fria no dedo, contrastando com o calor da memória. Ninguém sabe. Sou a esposa perfeita de dia, a vadia submissa à noite. Este segredo é o meu vício. O risco de ser apanhada? Faz-me querer repetir amanhã. Meu Deus, que delícia culpada.

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