Minha Confissão: O Fim de Semana Secreto com Pino e Paulo

Ai, os sites de namoro… Sou casada há 8 anos, vida organizada, emprego de secretária num escritório em Lisboa. De dia, sorrisos falsos com o marido, aliança no dedo. De noite, no telemóvel, Pino. 26 anos, magro mas com um caralho enorme nas fotos. Há 3 anos que nos falamos online. Conversas inocentes viraram fogo: cams onde eu me masturbo pra ele, fotos da minha cona molhada. Prometi que um dia o convidava. Aluguei um estúdio pequeno no centro, disse ao marido que era pra ‘trabalhar em projetos’. Ele acreditou. ‘Vou passar o fim de semana com as amigas’, menti na sexta. Coração a bater forte enquanto arrumava as cuecas de renda preta. Mensagem: ‘Chegas amanhã à estação às 14h? Vou buscar-te.’ Ele: ‘Sim, mal posso esperar foder-te ao vivo.’ Meu Deus, a adrenalina… E se o marido ligasse? Mas a excitação ganhava.

Cheguei à estação, nervosa. O comboio atrasou. Lá desce ele: camisa justa, sorriso safado. Beijamo-nos rápido no carro, mãos na coxa dele. No estúdio, ofereci cerveja. Sentámo-nos no sofá. A mão dele na minha perna. ‘Estás pronta, Ana? Quero-te agora.’ ‘Sim… mas devagar, o vizinho pode ouvir.’ Beijos quentes, línguas. Tirei-lhe a camisola, boxer apertado com a pica dura. Chupei por cima do tecido, ele gemeu. ‘Tira tudo.’ Nu, a pica grossa, 18cm. Engoli até à garganta, saliva a escorrer. Ele deu-me palmadas no cu. Gozou na minha boca, beijei-o com o esperma. ‘Que puta boa.’ Levei-o à cama. ‘Lambe-me o cu primeiro.’ A língua dele no meu ânus, dedos dentro. ‘Fode-me, Pino! Enche-me a cona.’ Ele entrou devagar, o caralho largo a abrir-me. ‘Gostas, cabra?’ ‘Sim, fode mais forte!’ Cavalguei-o, subindo e descendo, seios a balançar. Depois, de pé à janela, risco de vizinhos verem. Gozou dentro, esperma quente a escorrer. Na cozinha, na mesa, levrette, bolas a bater nas minhas nádegas. No duche, chupou-me a cona até eu tremer.

A Tensão do Meu Segredo

Domingo, surpresa: chamei Paulo, meu amigo de foda ocasional, 30 anos, pica de 21cm. Pino animou-se. Paulo chegou às 13h. ‘Quero dominar-vos.’ Eu e Pino de cuecas, beijávamo-nos pra ele. Ele mandou: ‘Chupem-me a pica.’ Grossa, veias saltadas. Lambemos juntos, ele gozou na boca do Pino, que me beijou. Na cama, Paulo lambeu-me o cu, Pino na minha boca. ‘Entra, Paulo, rebenta-me!’ Ele fodeu-me missionário, mãos no peito, bolas a bater. Pino via, punhetava. Depois, Paulo fodeu Pino no cu, ele gritou de prazer. Eu no meio, chupando os dois. Gozámos os três, suados, exaustos. Paulo foi-se embora. Levei Pino à estação. ‘Volta logo.’ Beijo final.

Voltei a casa, marido a perguntar ‘Foi bom com as amigas?’. ‘Sim, relaxante.’ Sorri, aliança fria no dedo, cona ainda latejante de esperma. O segredo arde em mim. Amanhã, escritório, mas já penso no próximo. Esta dupla vida… vicia.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *