Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita: casa impecável, marido amoroso, filhotes crescidos. Mas… ai, o segredo. Digo ao marido que vou a Paris com as primas, fim de semana de compras. Mentira. É com o meu amante, o João, primo distante que me fode como ninguém. Coração a bater forte quando embarquei no comboio. Aliança no dedo, mas a mão dele já na minha coxa no autocarro para o hotel. Chegamos ao Garnier, sol quente de verão. Escolhi saia curta, calcinha rendada minúscula, blusa fina sem sutiã. Os peitos balançam livres, botões abertos. Ele olha, devora. ‘Estás uma puta deliciosa’, sussurra. Passeamos pelos quais, Notre-Dame, Rivoli. Sento nas escadas do Ópera, joelhos juntos mas elevados, salto afastado. Sei que mostro a calcinha branca, o triângulo escuro dos pelos por trás. Homens passam, voltam, óculos escuros escondem olhares famintos. Eu? Adrenalina pura. Risco de ser vista, de alguém reconhecer. Mas fico ali, molhada já.
Subimos a Montmartre a pé, calor abrasador. Peitos a dançar, ele atrás, a sonhar em apalpar. No Sacré-Cœur, sentamo-nos nas escadas, vista para Paris. ‘Tira fotos’, digo. Ele desce, clica a igreja, depois eu. Abro os joelhos devagar, calcinha escorrega entre os lábios, rosa à mostra. Fotógrafos com teleobjetivas devoram. Eu gozo só com a ideia. Ele sobe, clica close-ups, eu abro mais. ‘Estás ensopada, safada’, diz baixinho. Tarde inteira assim: exposição, olhares, o meu clitóris inchado de desejo proibido. Noite cai, metro lotado para o hotel. Escondemo-nos no canto, eu de costas à porta, ele frente a mim. Mão dele entre nós, palma no meu monte de Vénus. Só tecidos finos nos separam. Move, pressiona. Olhos nos olhos dele, interrogadores. Viro costas, mão sobe, levanta blusa, dedos no ventre. Cinto elástico da saia cede. Entra na calcinha, pelos macios, lábios húmidos. Índice penetra, encontra clitóris latejante. Gemo baixo, primas… não, ele protege com o corpo. Falo com ele de coisas banais, mas gozo em silêncio, corpo tremendo, olhar cúmplice. Dedos saem melados, cheira, lambe. ‘Delícia tua, Ana.’
O Segredo que Iniciou Tudo: Mentira ao Marido e o Fogo da Tentação
Descemos, escadas rolantes vazias. Ele enfia mão entre minhas coxas, acaricia. ‘Ainda não acabei contigo.’ Terraço de café, janto rápido. Viro costas à rua, talões na cadeira, joelhos abrem e fecham. Mostro-lhe a cona molhada. ‘Vai, tira a calcinha’, ordena. Olhar pânico, mas obedeço, desço ao WC, volto sem nada. Abro pernas totalmente, cona exposta, luzes da rua. Ele devora com olhos. Noite, square deserto perto do hotel. Caminhamos, mão dele sob saia, direto na cona ruisselante. Dedos vão e vêm, eu caminho normal. Bancada num recanto, agarro-me, arqueio costas, levanto saia. ‘Fode-me com os dedos, rápido.’ Três dedos na cona, polegar no cu, roçando. Suspiros viram gemidos. ‘Ninguém vem’, garante. Clitóris entre dedos, aperto forte. Tremo, grito como cadela no cio, gozo jorrando. Ele lambe dedos, beija-me. Hotel, caio na cama. Ele abre braguilha, pau duro. ‘Masturba-te nas minhas calcinhas’, mas eu agarro, chupo guloso. Ele goza na boca, engulo. Depois, ele me come no 69, língua no cu, eu engasgo no pau. Gozamos juntos, suados.
De manhã, banho: ele lava-me fundo, dedos na cona de novo. Gozo mais uma. Voltamos a Lisboa, eu no comboio, aliança brilhando, cona dolorida de tanto pau e dedos. Marido busca-me, beijo casto. Noite, deito com ele, mas penso no risco, na exposição, nos gozos públicos. Sou duas: a esposa perfeita, a puta secreta. E adoro. Amanhã? Novo plano. Coração acelera só de pensar.