Confissão: Minha Dupla Vida na Floresta Proibida

Sou casada há dez anos. Marido dedicado, casa impecável, cargo de gerente num banco em Lisboa. Vida perfeita, todos dizem. Mas… tenho um segredo que me consome. Sofia. Minha amante. Mulher de 35 anos, curvas que me deixam sem fôlego. Nos vemos às escondidas. Hoje, feriado, menti pro meu homem: ‘Vou dar uma caminhada na floresta, preciso de ar fresco’. Ele sorriu, beijou minha testa. Meu coração martelava no peito enquanto eu dirigia. A aliança no dedo anelar brilhava ao sol, fria como um lembrete. E se ele descobrisse? Esse medo… me molhava por dentro.

Cheguei ao ponto marcado, uma trilha isolada nos arredores de Sintra. Sofia esperava, de short curto, top justo. ‘Pronta pra se sujar, minha safada?’, sussurrou ela, olhos famintos. Abracei-a rápido, cheirando seu perfume misturado a suor. Caminhamos. Mãos roçando. Paramos num charco de lama. Eu escorreguei de propósito. Caí de joelhos, o barro frio subindo pelas coxas. ‘Olha só pra você, toda imunda’, riu ela. Meu rosto queimava de vergonha. Mas o tesão… Meu cu piscava.

O Segredo do Passeio Inocente

‘Me dá um banho, Sofia. Mija em mim. Por favor.’ As palavras saíram roucas. Ela hesitou. ‘Tu tá louca? Aqui?’ Mas viu meus olhos suplicantes. Abriu as pernas, short abaixado. O jato quente acertou minhas costas, escorrendo pro rabo. Quente, salgado. Eu gemi. ‘Sua puta suja. Pede pra ser humilhada.’ Culpa me invadiu, mas o coração batia descompassado de excitação. Lembrei da minha vida certinha. E agora, de quatro na lama?

‘Tu foi má, manaquinha. Merece palmada.’ O jogo começou. Ela me mandou apoiar num tronco baixo, perto de um reservatório antigo. ‘Mãozinhas no chão, cu pro alto. Abre as pernas.’ Obedeci, tremendo. Frio no ar? Medo de alguém aparecer? Ou só tesão puro? A primeira palmada estalou na nádega esquerda. Doeu. ‘Ai!’ Segunda na direita. Ritmo alternado. Minha pele ardia, vermelha como brasa. ‘Tá molhada, sua viciosa. Boceta pingando.’ Verdade. Sentia os lábios inchados, sucos escorrendo coxa abaixo. Mudei de posição, ela me montou por trás, como uma amazona. Cada tapa balançava meu corpo. Seu sexo roçava minha coluna, molhado. ‘Sente como eu gozo te batendo? Continua pedindo, filhinha.’ ‘Sim, mamã… Desculpa, fui ruim. Bate mais forte.’ Esqueci o mundo. Só dor boa, prazer subindo.

O Fogo da Punicao e do Prazer

Não aguentei. ‘Me fode, Sofia. Agora.’ Ela riu baixo. Dedos invadiram minha boceta, dois de uma vez. Bombeava rápido, urgente. ‘Tá apertada, caralho. Goza pra mim.’ Chupou meu cu, língua rodando no anel. Eu mordi o lábio pra não gritar. O risco – trilha aberta, sol baixando – me levava ao delírio. Gozei forte, jatos quentes na mão dela. Ela veio em seguida, esfregando na minha cara. ‘Lambe tudo, puta.’ Engoli seu mel, misturado a lama.

Limpamos rápido com água da garrafa. Vestimos as roupas sujas, poeirentas. Beijo final, urgente. ‘Volta pra tua vida de casada. Eu sei que adoras isso.’ Dirigi de volta, cu latejando nas nádegas, aliança pesada no dedo. Marido me recebeu com jantar pronto. ‘Foi bom?’ ‘Perfeito, amor.’ Sorri, sentindo o sêmen imaginário na pele. O segredo guardado me excita mais que o sexo. Amanhã, de volta ao banco, sorrindo pros colegas. Mas à noite, sonharei com a próxima. Essa dupla vida… é meu vício.

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