Eu sou a Ana, 35 anos, engenheira aeroespacial aqui em Lisboa. Casada há 10 anos com o Pedro, um tipo calmo, bom pai para a nossa filhota de 5 anos. De dia, sou a profissional perfeita: reuniões na ESA, deadlines para o lançamento do satélite, relatórios intermináveis. Ninguém imagina que à noite, ou melhor, em horários roubados, eu vivo outra vida. Uma vida de putaria secreta, que me faz o coração bater descompassado só de pensar.
Esta semana foi um inferno. O email do chefe chegou sexta à noite: ‘O teu relatório está uma merda, refaz antes de segunda.’ Fumei por dentro, respondi educada mas seca. O Pedro nem sonha, ele acha que eu adoro o meu trabalho. Jantamos em família, faço amor com ele de vez em quando, mas é rotineiro, sem fogo. Eu preciso de risco, de adrenalina. É por isso que eu tenho o Ricardo. Colega de laboratório, 38 anos, corpo atlético, olhos que me despem no corredor. A gente se fala no WhatsApp, mensagens quentes, mas nada que deixe rastro.
A Rotina Perfeita e o Desejo que Arde por Dentro
Sábado à tarde, o Pedro levou a miúda ao futebol. Eu disse que ia trabalhar no relatório. Mentira. Mandei mensagem pro Ricardo: ‘Vem ao lab agora, porta dos fundos.’ Ele respondeu logo: ‘Estou a caminho, caralho, mal posso esperar pra te foder.’ O meu coração acelerou. Olhei pro anel no dedo, o símbolo do meu casamento, e sorri. É isso que me excita: o contraste. A aliança brilhando enquanto a mão dele me agarra.
Ele chegou molhado da chuva, a camisa colada no peito. ‘Estás linda de saia justa’, murmurou, puxando-me contra ele. Senti o pau dele já duro contra a minha barriga. ‘Temos de ser rápidos, o Pedro volta às 18h’, eu disse, ofegante. Ele riu: ‘Mais motivo pra te partir ao meio.’ Beijámo-nos com fome, línguas enroscadas, o cheiro dele misturado com o meu perfume. As mãos dele subiram pelas minhas coxas, rasgando a ligas. Eu gemi baixo, ‘Cuidado, cabrão, não rasgues tudo.’
Empurrei-o contra a secretária do lab, cheia de papéis do projeto. Desabotoei as calças dele, o caralho saltou pra fora, grosso, veias pulsantes, a cabeça molhada de pré-gozo. ‘Chupa-me, Ana’, ordenou. Ajoelhei-me, o coração na garganta, pensando ‘e se alguém entra?’ Engoli-o inteiro, a boca esticada, saliva escorrendo. Ele agarrou o meu cabelo: ‘Assim, puta casada, engole tudo.’ Chupei com força, lambendo as bolas, sentindo o gosto salgado. Ele gemeu alto, ‘Porra, és melhor que a tua vida de casada.’
O Sexo Rápido e Selvagem, e o Segredo que Me Excita
Levantou-me, virou-me de costas. ‘Levanta a saia.’ Obedeci, as cuecas de lado. Ele cuspiu na mão, esfregou no meu cu e na cona encharcada. ‘Qual queres primeiro?’ ‘A cona, rápido, fode-me forte.’ Ele enfiou de uma vez, o pau abrindo-me toda, batendo no fundo. ‘Ahhh, caralho!’, gritei, mordendo o lábio. Ele bombava selvagem, as mãos nos meus seios, beliscando os mamilos duros. A aliança roçava na madeira da mesa, um lembrete delicioso. ‘Sentes o teu marido aqui?’, provocou ele, fudendo mais fundo. ‘Cala-te e goza dentro’, respondi, o corpo tremendo.
O orgasmo veio como um tsunami, a cona apertando o pau dele, sucos escorrendo pelas pernas. Ele grunhiu, ‘Toma o meu leite, traidora’, e jorrou quente, enchendo-me. Saímos ofegantes, ele limpou-se com um pano do lab, eu arrumei a saia, a cona latejando, esperma a pingar.
Voltei a casa antes do Pedro. Ele chegou sorridente: ‘Como foi o trabalho?’ ‘Ótimo, acabei o relatório’, menti, beijando-o. Sentei-me no sofá, as pernas ainda trémulas, o cheiro do Ricardo na pele. O segredo queima, mas é isso que me faz viva. Culpa? Um bocadinho, mas o tesão ganha sempre. Amanhã, mais uma reunião com o Ricardo. Mal posso esperar.