Sou a Ana, casada há 15 anos, dois filhos, emprego estável em Lisboa como gestora. Vida perfeita aos olhos de todos. Mas tenho uma dupla vida. O Gastão é o meu amante há um ano. Um ex-jogador de râguebi, corpo peludo e grosso, que me fode como ninguém. Encontro-o nos fins de semana, longe de casa. Minto ao marido que vou com a Cláudia, a minha amiga de faculdade.
Junho de 2022, uma onda de calor infernal. A Cláudia convida-me para a casa de campo dela, uma quinta antiga restaurada pelo Frederico, o marido. Aceito, mas levo o Gastão disfarçado de ‘amigo’. Chegamos suados, valises pesadas. O Frederico, gentil como sempre, ajuda a levar para o quarto de hóspedes. Antigo, com cama de madeira, mosquiteiro, armário entalhado. Tomamos café na varanda sombreada, depois sesta para fugir ao sol.
O Calor que Acende o Segredo
Acordo com um zumbido. Coração a bater forte. Abro os olhos, nua só de cuecas. O Gastão dorme ao lado, nu, peludo, cu musculado. Há duas semanas sem foder, estou carente. Olho para a minha aliança a brilhar. Culpa misturada com tesão. O barulho é a máquina de cortar relva. Levanto-me devagar, vou à janela. Abro os estores, e lá está ele: o Frederico, só de calções, torso definido, peito rapado. Para, olha para mim. Eu, peitos à mostra, sem me esconder. Sorrio. Ele sorri. Segundos eternos. Sinto a cona a humedecer. Toquei no fundo da cueca, molhada. Vilã, penso. Mas adoro isto, o risco de ser apanhada.
Penso na minha vida: de dia, senhora respeitável; de noite, sextos com o Gastão, a masturbar-me ao telemóvel. Ele a perguntar onde estou, o que visto. Eu sem cuecas no trabalho na sexta. Agora, ali, à frente do marido da amiga de 25 anos. Sinto o clítoris a pulsar. Ele corta o motor, finge limpar a máquina. Eu pego no peito, chupo o mamilo, olhos nos dele. Couro. A aliança fria contra a pele quente.
O Gozo Rápido e o Olhar do Outro
Sinto o Gastão atrás. Ele beija-me o pescoço, mãos nos ombros. Viro-me, beijo-o com língua, faminta. Ele ignora o Frederico, que fica. As mãos descem, apanham-me as ancas. Sinto a pila dura contra o cu. Cambrando-me na janela, ofego. Ele baixa-me as cuecas de uma vez. ‘Ah!’, gemo baixo. Ajoelha-se, abre-me as nádegas. A cona aberta, cyprine a escorrer pelas coxas. Sopra ar fresco, tortura. Enterra a cara, lambe a entrada, evita o clítoris. Olho o Frederico, ajoelhado agora, braguilha aberta, pila grossa na mão. A mais bonita que vi. Gozo na boca do Gastão, jorro quente. Clin d’œil ao voyeur.
Ele sabe que adoro exibir-me. Já fizemos em praias, parques. Mas com um conhecido, o risco multiplica. Ajoelho-me, viro-me, beijo o Gastão. Rolo no chão, levanto para a cama. Ele deita-me de costas, abre as pernas. ‘Fode-me já’, sussurro. Enfia a pila de uma assentada, grossa, peluda. Bomba forte, eu a agarrar o cu dele, ditando o ritmo. Coração aos pulos, medo da Cláudia ouvir. ‘Mais rápido!’, peço. Ele acelera, bolas a bater. Gozo outra vez, unhas nas costas. Ele explode dentro, porra quente a encher-me.
Depois, depressa: limpamos, vestimos. O Frederico já tondeu longe. Jantamos todos na varanda, risos normais. Eu com a aliança, porra ainda a escorrer devagar. Ele olha-me, cúmplice? A Cláudia nada sabe. O marido dela rejeita-a, frustrado. Eu sorrio por dentro. Volto a Lisboa segunda, vida de casada. Mas o segredo arde. Adrenalina do proibido, da dupla identidade. Mal posso esperar pelo próximo risco. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais.