Eu sou a Ana, 36 anos, casada há 10 com o João, advogado certinho em Lisboa. De dia, sou gerente de banco, saias lápis, salto alto, aliança brilhando no dedo. Ninguém imagina. Mas à noite… ai, à noite eu tremo só de pensar. Hoje mesmo, voltei do trabalho, mandei mensagem pro Miguel: ‘Hotel das Janelas, 18h. Rápido.’ Ele é pedreiro, corpo de touro, barba grossa, caralho enorme que me deixa louca. Casada, mas puta no secreto. Meu coração batia forte no carro, mão no volante suada, olhando a aliança. ‘E se o João descobre?’ Mas isso me molha mais.
Cheguei primeiro, quarto simples no centro, cortinas semi-fechadas. Despi devagar, saia no chão, blusa, sutiã. Meus peitos 85C firmes, mamilos duros já. Toquei a buceta, lisa depilada, molhada. Ele bateu, entrei pelada, só com a aliança. ‘Filha da puta casada’, riu ele, despindo a camisa suada. Seu pau saltou, grosso, veias pulsando, 20cm fácil. Abracei ele, sentindo o cheiro de macho, suor misturado com perfume meu. ‘Tô com pressa, marido espera jantar’, disse eu, voz tremendo de tesão. Ele me jogou na cama, ‘Então abre as pernas, vadia.’ Meu cu piscava de ansiedade.
A Rotina Perfeita e o Chamado do Pecado
Ele me comeu a boca primeiro, língua bruta, mão apertando meu peito, roçando o anel no pau dele. ‘Sente isso na tua aliança?’ Gemeu. Desci, chupei gulosa, bolas na mão, saliva escorrendo. Ele gemeu: ‘Boa puta.’ Virei de quatro, urgente. ‘Me fode o cu agora, rápido.’ Lubrifiquei com cuspe, ele enfiou devagar, ardendo gostoso, esticando meu buraco apertado. ‘Caralho, que cu quente’, grunhiu, metendo forte. Meu coração na garganta, pauzão entrando todo, bolas batendo na buceta. Gozei gritando baixo, corpo tremendo, unhas na fronha. Ele acelerou, ‘Vou gozar dentro’, e encheu meu cu de porra quente, escorrendo.
O Encontro Urgente e Explosivo
Não parou. Me virou, lambeu minha buceta inchada, clitóris latejando. ‘Agora a cona’, pedi, pernas abertas. Enfiou o caralho melado de porra no meu grelo, fudendo fundo, mamilos roçando no peito peludo dele. ‘Mais forte, me quebra.’ Batia papo sujo: ‘Teu marido fode assim?’ ‘Não, só tu me faz puta.’ Gozei de novo, esguichando no pau dele. Ele puxou cabelo, gozou na minha cara, porra nos lábios, engoli tudo.
Cinco da tarde, já vestindo. ‘Volto amanhã?’, piscou ele. ‘Se der.’ Saí, cu ardendo, porra pingando na calcinha, aliança suja de suor. No carro, espelho: rosto corado, cabelo bagunçado. Cheguei em casa, João beijou: ‘Tarde boa?’ ‘Sim, reunião.’ Jantei sorrindo, sentindo o cu cheio, segredo queimando. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, de novo. Essa dupla vida me vicia, o risco de ser pega… me molha só de lembrar.