Confissão Íntima: Minha Dupla Vida no Campo de Golfe

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita: marido amoroso, casa impecável, filhotes na escola. Mas… tenho um segredo. Um amante. Chamemo-lo de João, um gajo que conheci num torneio de golf no Algarve. Ontem, disse ao marido que ia jogar com ‘as meninas’. Mentira. O coração batia forte no carro, a aliança no dedo brilhava como um lembrete culpado.

Cheguei ao club-house cedo. Café sozinho, calma falsa. No practice, vi-o: alto, moreno, sorriso safado. ‘Bom dia, gata’, disse ele, beijo na cara gelado. Eu vestida certinha: camisa folgada, calças justas de lycra. Ele mirava. Eu fingi frieza. ‘Vamos jogar ou quê?’ Peguei o balde de bolas, driver voando reto. Ele ao lado, mas distante. No buraco 5, pausa. Tentei beijá-lo, mas parei. ‘Não aqui, risco alto.’ Ele riu. Fiz xixi ali mesmo, de lado, jato forte. Ele virou, pau de fora, grosso. Eu accocorei, cueca baixa, cona depilada em triângulo, molhada já. Sacudi a pelinha, gotas voando. Ele quis tocar, dei um estalo no caralho dele. ‘Depois.’ Adrenalina pura, alguém podia ver.

O Segredo que Começou no Practice

Terminado o jogo, sumo fresco. ‘Claudia cancelou, marido no aeroporto’, inventei. Ele sorriu. ‘Sozinhos?’ Almoço no restaurante, vinho tinto local. Mão dele na minha, joelhos roçando. ‘Sabes, marido me fode bem, mas tu… és diferente.’ Culpa no estômago, mas cona latejava. ‘Quero-te, mas devagar.’ Ele: ‘Vem, motel ali.’ Coração aos pulos, paguei a conta rápido.

Na quarto, olhares famintos. Beijos longos, línguas dançando, saliva misturada. Tirei camisa dele, unhas nos mamilos. Ele desabotoou meu sutiã, mamas duras, bicos pedindo. Colou a picha no meu monte, dura como pedra. Tirei calças dele, pau latejante, veias saltadas. De joelhos, chupei: boca cheia, língua no saco, goela funda. Ele gemeu. Virei 69 no cama, cona na cara dele. Língua no clitóris inchado, dedos na buceta encharcada. ‘Tão molhada, puta.’ Eu: ‘Chupa meu cu também.’ Dedos no ânus, ele lambeu, eu contraí. Gozei duas vezes, sumo escorrendo coxas.

A Foda Selvagem no Motel

Ele me virou, pau na entrada. ‘Devagar, fundo.’ Guiei, cona engolindo tudo. Músculos apertando, massageando. Movimentos lentos, olhos fechados, dedilhando mamas. ‘Vou gozar contigo.’ Acelerei, ancas coladas, grito simultâneo. Jatos quentes dentro, cona pulsando. Ficamos assim, pau mole ainda dentro. Beijos moles, ereção nova. Fodi de novo, lento, ela gozando mais.

Chuveiro: água quente, ele fez xixi, eu também, jatos mistos nas pernas, mãos na cona dele. Mais carícias, dedos guiados. Voltei pra casa, trânsito lento. Aliança fria no dedo, cheiro dele na pele. Marido beijou: ‘Boa partida?’ ‘Sim, cansada.’ Sorri, cona ainda sensível. Segredo guardado, excitação dobra. Amanhã? Quem sabe. Amo esta dupla vida.

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