Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida com o Holandês Proibido no Hotel

Trabalho na receção de um hotel em Lisboa, casada há dez anos, vida organizada. Marido espera-me em casa com o jantar pronto. Eu, a portuguesa certinha, de saia lápis e aliança a brilhar no dedo. Até que ele aparece: loiro holandês, alto, atlético, uns 40 anos, sorriso safado e sotaque que derrete. Vem buscar a chave do quarto 228. ‘Não o vi ontem’, diz ele, piscando o olho. ‘Era o meu dia livre, mas bem-vindo’, respondo profissional.

Vai-se embora, mas o telefone toca. É ele: esqueceu as chaves do carro no balcão. Olho, lá estão. ‘Levo já’, digo. No elevador, o coração acelera. E se for uma desculpa? Drague? Meu Deus, o marido… Mas subo. Bato à porta, ‘Entra, está aberto’. Entrego as chaves, ele com um copo na mão, oferece-me. ‘Não bebo em serviço’, recuso. Insiste, sorri. Aceito um gole. Fala de negócios, sozinho na cidade. Pede dicas para a noite. A mão dele na minha perna. Não retiro. Sobe devagar, aperta o meu sexo por cima da saia. Sinto-me molhada já. ‘Vens depois do teu turno?’, sussurra. Beijo-o, esquecendo o relógio. Meu colega lá em baixo…

O Segredo Começa na Receção

Ajoelho-me, abro a braguette. Que pau enorme, grosso, veia inchada, cabeça roxa. Cheira a homem limpo, mas com aquele aroma de tesão acumulado. Chupo vorazmente, língua no saco, engulo até à garganta, olhos nos dele. Ele geme, segura-me a cabeça. ‘Vou gozar’, avisa. Fico com ele na boca, engulo tudo – quente, salgado, escorregadio. Limpo cada gota, para não manchar o uniforme. Levanto-me, tremendo. ‘Tenho de voltar’. Beija-me: ‘Mais logo’. Saio, aliança fria contra a pele quente da mão dele ainda na memória. Coração aos pulos no elevador. E se me vissem?

Termino o turno, ligo-lhe. Encontramo-nos no bar da esquina – discreto. Copo de vinho, elogia a minha boca. ‘Só o início’, digo, excitada. Jantamos peixe com champanhe, depois ao meu apartamento ali perto. Marido pensa que estou com amigas. No sofá, beijos quentes, línguas enroscadas. Nuos em minutos. Ele ajoelha-se, lambe-me a cona devagar, chupa o clitóris, dedos dentro. Gemo alto. Levanta as minhas coxas, língua no cu, firme, penetrando. ‘Que delícia’, suspiro. Dedo molhado, entra e sai, abre-me.

A Explosão de Prazer e o Regresso à Rotina

Empurra-me contra a parede, mãos presas acima da cabeça. Lambe mamilos, axilas, pau duro roçando-me. No sofá, de quatro. Lubrifica, preserva-se, mete o caralho devagar. Entra todo, bate fundo. Fode-me forte, palmadas na bunda, bolas nos meus lábios. ‘Mais, fode-me!’, grito. Gozo anal, tremendo, suor a pingar. Ele branla-me o clitóris, gozo na cara do sofá – jatos quentes. Ele crispa, goza dentro, gemendo rouco. Ficamos colados, depois 69: chupo-o, ele lambe-me até eu explodir de novo. Facial dele na minha cara, engulo o resto.

Duche rápida, carícias. Ele volta ao hotel, parte de manhã. Eu chego a casa, marido dorme. Cheiro a sexo no corpo, mas secreto. Culpa? Pouca. Adrenalina pura. Amanhã, receção como se nada. Mas lembro o contraste: aliança vs. pau dele na boca. Quero mais. Esta dupla vida excita-me como nunca.

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