Eu sou a Maria, 32 anos, casada com o António há oito, mãe de dois putos pequenos, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita, não? Casa arrumadinha, jantares em família, aliança a brilhar no dedo. Mas… há seis meses, tudo virou do avesso. Morremos os pais num acidente de carro nas curvas da Serra da Estrela. Fomos eu e o Tomás, meu irmão mais novo, de 28, ao notário em Évora. Ele, engenheiro, solteiro, sempre o protegido da família.
O Dr. Silva, amigo antigo, gaguejou. ‘Vocês não são irmãos de sangue.’ Bum. O pai biológico meu era outro, um canalha que fugiu grávida a mãe. O Tomás veio com o pai dele de Faro. Adoção secreta. Saímos dali atordoados. No carro, silêncio. ‘Não muda nada’, disse ele, mas os olhos… ai, os olhos diziam outra coisa.
O Segredo que Mudou Tudo
Decidimos ir para a casa de família no Alentejo, um monte isolado perto de Monsaraz, para arejar. Sem redes, só nós. Eu sentia o coração bater forte só de olhar pra ele. Vida normal? Mentira. Em Lisboa, beijava o António à noite, mas pensava no Tomás. Culpa? Sim. Excitação? Mil vezes mais. Ele mais solto, eu de saia curta, decote, sentindo o olhar dele nas minhas tetas. ‘Irmã… ou não?’, murmurava eu no espelho, dedo na aliança.
Dez dias lá, calor a ferver. Uma tarde, trovoada. Eu odeio trovões desde miúda, corria pro quarto dele. ‘Posso ficar?’, perguntei, coração aos pulos. Ele assentiu, corpo quente contra o meu. Começou inocente: mão nas costas dele a acalmar-me. Mas… ‘Continua…’, sussurrei. Dedos descendo, roçando a bundinha. Respiração dele acelera. Senti o caralho duro contra minha coxa. ‘Tomás… a gente não pode…’, mas as mãos dele já na minha cona molhada por cima da calcinha.
A Noite da Tempestade Proibida
Não aguentei. Virei-me, beijei-o com fome. Línguas enroscadas, gosto de vinho tinto. Tirei a camisola, ele chupou minhas tetas duras, mordiscando mamilos. ‘Porra, mana… tão gostosas.’ Rasguei o boxer dele, caralho grosso, veias saltadas, cabeçona roxa. ‘Enfia na minha boca’, pedi, gulosa. Chupei forte, saliva escorrendo, bolas na mão, rolando macias. Ele gemia, ‘Vai, engole tudo, puta secreta.’
Urgência total. ‘Fode-me agora, antes que o temporal passe.’ Deitei de costas, pernas abertas, cona pingando. Ele cuspiu na mão, esfregou no caralho e meteu de supetão. ‘Aaaah! Devagar, caralho!’ Mas ele bombava forte, pilha contra pilha, aliança fria no peito dele quente. Sentia cada centímetro rasgando-me, clitóris inchado roçando. ‘Mais fundo, Tomás, fode a mana como puta!’ Gritei com o trovão. Ele acelerou, suor misturado, cheiro de sexo no ar. Virei de quatro, bunda empinada, ele enfiou dedos no cu enquanto martelava. ‘Quero gozar dentro!’, rosnou. ‘Sim, enche-me de porra!’ Orgasmo veio em ondas, cona apertando, eu tremendo, ele jorrou quente, grosso, escorrendo pernas abaixo.
Ficámos ofegantes, abraçados. ‘Isto fica entre nós’, disse, beijando-o culpada mas a pulsar ainda. Vestimo-nos a correr, temporal passando. Voltei a Lisboa, beijei o António, jantei com os miúdos, mas… o segredo queima. Toda noite, toco-me pensando nele, risco de gravidez, de ser apanhada. Adrenalina pura. Vida dupla? Adoro. Da próxima, no Alentejo, ele fode-me o cu. Promessa sussurrada.