Sou a Inês, 38 anos, casada há 12 com o João, um tipo certinho, engenheiro. De dia, sou advogada numa firma em Lisboa, blusas impecáveis, salto alto, aliança a brilhar no dedo. Ninguém suspeita. Mas à noite… ai, à noite, o coração acelera. Tenho um amante. O juiz Corinto de São-Amor, do Tribunal de Lisboa. Elegante, barba bem aparada, olhos que me despem. Começou por causa de um caso de herança. A minha tia morreu, o testamento manipulado pela cuidadora. Ele julga o processo. Consultas no gabinete dele, olhares demorados. Uma noite, à saída, ele sussurrou: ‘Inês, tens mais do que um amante na tua vida?’. Eu ri, nervosa. A partir daí, mensagens codificadas. Motéis discretos. Mas ontem… ontem foi o risco máximo.
Os apartamentos são iguais. Blocos modernos no Chiado, meublados pela mesma IKEA. Poster do Lennon na parede dele, Che no meu – ambos barbudos, luz baixa. Mandei mensagem ao Corinto: ‘Vem já, o João janta fora’. Ele chegou, despimo-nos no hall. ‘Estás molhada, Inês’, murmurou, dedo na minha cona já ensopada. Subimos as escadas aos tropeções, eu de calcinha na mão. Caímos na cama. Ele de joelhos, língua no meu clitóris, chupando forte. Gemi alto, esquecendo tudo. ‘Fode-me, Corinto, rápido’. Ele enfiou o caralho duro, grosso, até ao fundo. Bomba ritmada, cama a ranger. O meu coração batia descompassado, a aliança fria contra a pele quente dele. Pensava: e se o João volta cedo? Aquela urgência… excitava-me mais.
O Segredo que Nasceu de um Erro Fatal
De repente, porta abre. Luz acende. O João ali, parado. ‘Inês? Que porra é esta?’. Eu congelei, o Corinto ainda dentro de mim, semi-mole. ‘João… erro… pensei que era a casa dele’. O juiz, nu, senta-se: ‘Corinto de São-Amor, Meritíssimo Juiz. Desculpe, final de felação…’. O João ri, incrédulo. ‘No meu lit, com este gajo?’. Diálogo surreal. ‘Ele é leve, não abana a cama’, piado eu, culpada mas a cona ainda a pulsar. O juiz explica o caso da herança: ‘Supera os 10 mil euros, danos e juros’. O João suspira: ‘Sempre essa merda da herança… cuiares de prata’. Pede nomes, o juiz fala de ordens de referência, competências. Eu tremia, nua, armário aberto atrás – escondera a roupa lá.
O Êxtase Proibido e o Regresso à Normalidade
‘Tens pena dela no armário frio?’, diz o juiz. O João: ‘Sai daí, Inês, não apanhes constipação’. Sentámo-nos os três na cama, eu colada ao Corinto, pele arrepiada. ‘Vamos resolver alto’, diz o João. ‘Reconheçam a indelicadeza, e eu passo esponja’. Eles acenam. Então, o juiz: ‘Podemos acabar? O crime está feito, interrupção causa sequelas’. Eu olhei o João, olhos brilhando. Ele: ‘Façam. Mas eu fico, controlo’. Meu Deus, o frisson. Corinto deita-me, caralho revive, enche-me devagar. ‘Devagar, Meritíssimo’, gozo o João. Ele fode forte agora, bolas a bater, eu gemo: ‘Mais, fode a puta casada’. Mão na aliança, outra no cu dele. Orgásmo explode, gritei, corpo convulso. Ele goza dentro, quente, jorros. O João assiste, calmo. ‘Acabou? Vão embora’.
Saí com o juiz, pernas bambas, esperma a escorrer. Chego a casa – espera, era casa. Beijo o João: ‘Obrigada’. Ele: ‘Segredo nosso’. Deito-me, cheiro a sexo. Amanhã, tribunal, sorrio ao juiz. Ninguém sabe. Esta dupla vida… vicia. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. O risco chama-me sempre.