Confissão no Lago: Minha Dupla Vida de Esposa e Amante Insaciável

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o Miguel, advogado certinho em Lisboa. De dia, sou gerente de contas num banco, saias lápis, cabelo apanhado, aliança a brilhar no dedo. Ninguém imagina. Mas à noite, ou em fugas como esta, eu vivo outra vida. O coração bate forte só de pensar. Hoje, fugi para o lago, duas horas de carro. Ele, o Pedro, espera-me na ponte de madeira. O sol põe-se atrás das árvores, tudo laranja e vermelho. Ar puro, água parada. Perfeito para o proibido.

Chego de jeans apertados, top branco solto. Pés descalços no madeira molhada. Ele senta-se ali, pernas na água. Olha-me, sorri torto. ‘Pensavas em quê?’ A voz dele arrepia-me. Eu suspiro, toco-lhe os dedos. Sento-me ao lado, pernas roçando. O meu braço na cintura dele, a cabeça no ombro. Sinto a aliança fria contra a pele quente do pescoço dele. Culpa? Um bocadinho. Mas o desejo grita mais alto. ‘Penso em ti. Não quero que isto acabe.’ Ele ri baixo. ‘Não acaba hoje.’ Beijamo-nos devagar, lábios macios, língua a provar o sal do suor.

O Segredo que Me Consome

A tensão sobe. Mãos dele no meu rosto, desce à nuca, mordilha a orelha. Eu inclino a cabeça, gemo baixinho. Ele beija o pescoço, clavícula, empurra a alça do top. Peito ao ar, mamilos duros com o vento fresco. Ele lambe, chupa um seio, mão no outro a apertar. Eu arqueio as costas, água a chapinhar nos pés. ‘Rápido, Pedro, tenho de voltar antes do jantar.’ Ele ri. ‘Mais razão para foder-te agora.’ Desabotoa o jeans dele, a pila dele salta, dura, veias pulsantes. Eu agarro, pompo devagar, sinto o pré-gozo na palma.

O Prazer Rápido e o Regresso à Rotina

Ele puxa-me para a água morna, até à cintura. Eu tiro o jeans, cueca de renda rasgada num puxão. Cona molhada, latejando. Ele enfia dois dedos, mexe rápido, polegar no clitóris. ‘Estás ensopada, safada.’ Grito abafado, unhas nas costas dele. Viro-me de costas, mãos na ponte, rabo empinado. Ele segura as minhas ancas, pila na entrada. Entra num empurrão, fundo, estica-me toda. ‘Caralho, que apertada.’ Fode-me forte, água a bater, sol a queimar as costas. Eu empurro contra ele, cona a sugar o caralho dele. ‘Mais, fode-me até gozar!’ Ritmo louco, risco de alguém ver da estrada ali perto. Coração aos saltos, adrenalina pura. Gozo primeiro, contrações violentas, pernas a tremer. Ele geme, enche-me de porra quente, jatos dentro.

Caímos na água, ofegantes, beijos salgados. Ele acaricia o meu rosto, cabelo flutuando. ‘Inesquecível.’ Eu sorrio, guilty pleasure. Visto-me rápido, jeans molhado colado à pele, top amarrotado. Olho a aliança, limpo um restinho de porra da coxa. ‘Amanhã, no chat?’ Ele acena. Dirijo de volta, sol já sumiu, manos no volante a tremer ainda. Chego a casa, Miguel beija-me a face. ‘Tardaste.’ ‘Trânsito.’ Janto, sorrio, cona dolorida e cheia dele. No banho, toco-me, revivo. Esta dupla vida? Mata-me e revive-me. Quero mais. Muito mais.

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