Sou a Rosa, casada há 15 anos, dois filhos, trabalho num escritório sério em Lisboa. Vida perfeita, ou assim parece. Mas com a Brigitte… ai, Brigitte. Começou há dois meses. Ela é mais nova, confiante, e confessou que prefere mulheres. Eu? Sempre fui hétero, ou pensava que sim. Mas os olhares, os toques ‘acidentais’… o coração acelera só de lembrar.
Hoje no almoço, falámos da Carole, que veio sem sutiã. ‘Olha, os mamilos dela marcam a camisa’, disse eu. Brigitte riu, e a conversa virou para praias nudistas. ‘Os meus peitos são pesados demais’, queixou-se ela. Eu? ‘Os meus ainda aguentam, mesmo após as gravidezes’. E se eu te pedisse para tirares o teu? Brinquei. Ela corou, mas foi. Voltou com o sutiã na mão, o Lejaby que escolhemos juntas. Abriu o casaco, e lá estavam: peitos perfeitos, 90C, mamilos rosados e duros. ‘Tens umas tetas magníficas’, disse eu, em espanhol para provocá-la. O meu coração batia forte. A aliança no meu dedo brilhava, contrastando com o desejo.
O Jogo Perigoso no Trabalho
Eu fiz o mesmo. Desabotoei a saia, mostrei os meus. Mais pequenos, mas firmes. Ela mordeu o lábio. Tocámo-nos por cima da roupa, risos nervosos. Alguém bateu à porta – o senhor Martin. Corremos a vestir-nos. Toda a tarde, olhares, decotes abertos discretamente. Nos WC, eu sentia a cona molhada, pulsando. Queria-a. Mas sou casada, responsável. ‘Amanhã’, propus. ‘Tomo folga, vens à tua casa’. Ela aceitou, olhos famintos.
No dia seguinte, liguei a dizer que estava doente. Cheguei ao apartamento dela às 10h. Porta mal aberta, beijámo-nos. Línguas urgentes, mãos por todo o lado. ‘Quero-te há meses’, gemeu ela. Tirei-lhe a blusa, chupei aqueles peitos enormes. Mamilos duros como pedras na minha boca. Mordi suave, ela arqueou as costas. ‘Chupa-me mais, Rosa!’. Desci, abri as pernas dela. A cona depilada, molhada, cheirava a desejo puro. Lambi devagar, depois rápido. Dedos dentro, fodendo-a enquanto a língua no clitóris. ‘Sou a tua puta lésbica!’, gritou ela, gozando no meu rosto, jatos quentes na boca.
O Sexo Intenso e o Segredo Guardado
Ela virou-me, rasgou a minha saia. ‘A tua cona é tão apertadinha’. Chupou-me como louca, dois dedos, três. Eu cavalgava a cara dela, o coração a mil. ‘Fode-me, Brigitte, faz-me tua salope!’. Gozei tremendo, gritando baixo para não os vizinhos ouvirem. 69 depois, conas coladas, esfregando até outra onda. Rápido, urgente – marido esperava em casa. Suor, cheiro de sexo no ar.
Saí de lá a cambalear, cona inchada, roupa amarrotada. Voltei a casa, marido perguntou pelo ‘mal-estar’. Sorri, beijei-o. Jantámos normal. Mas por dentro… o segredo queima. Olho a aliança, penso na mão dela nos meus peitos. Amanhã no escritório? Outro risco. Adoro esta dupla vida. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. Quero mais.