Minha Confissão: A Noite Secreta com o Casal de Amigos que Me Fez Explodir de Prazer

Oi, eu sou a Ana, 42 anos, casada com o João há 20. De dia, sou gerente de banco em Lisboa, aliança brilhando no dedo, casa impecável, filhos na escola. Tudo perfeito, né? Mas à noite… ai, à noite a cona coça de tesão reprimido. O João é bom marido, mas no sexo virou rotina: dois minutinhos, sempre missionário, ele goza rápido e eu finjo. Sinto falta do fogo, do risco. Meu coração bate forte só de pensar em ser pega.

Há semanas, tomei chá com a Sofia, minha amiga loira alta, magrinha, peitinhos pontudos. Ela contou tudo: eles filmaram uma foda com um casal pro. Eu ri, mas fiquei molhada. ‘E se a gente tentasse com vocês?’, ela piscou. Meu Deus, o pavor e a excitação me consumiram. Falei pro João, ele topou, mas secreto, só uma vez. Nada de libertinagem, só pra apimentar. Mas eu já fantasiava com o caralho do Miguel, marido dela, longo e fino.

A Rotina Sufocante e o Chamado do Proibido

Naquela noite de junho, crianças na avó, jantar fora. Eu sem calcinha sob o vestido curto, cona latejando. Chegamos na casa deles, vinho rolando. ‘Vamos filmar vocês primeiro’, disse Sofia, com a GoPro. Sentei no sofá com João, beijei ele, tirei a camisa. Meu peito pesado balançava livre. Chupei o pau dele, meio mole no início. Olhei pro Miguel no canto, de pau na mão, e endureci o João com mais força, língua no cuca.

A tensão subia. Sofia filmava de perto, cu dela empinado. João viu, molhou o dedo e meteu na cona dela. ‘Oh, João!’, ela gemeu, mas continuou. Eu não aguentei: ‘Miguel, me dá teu caralho!’. Ele veio, pauzão na minha boca, gulosei como puta. Sofia tremia com o dedo do meu marido dentro dela. Virou bagunça. Mudamos pro quarto, cama grande, câmera no tripé.

A Foda Intensa e o Descontrole Total

Começamos trocados. Eu de quatro, Miguel metendo na minha cona encharcada. ‘Fode forte, vai!’, eu pedia, peitos balançando. Ao lado, João enfiava na Sofia, ela gritava. Sincronizados: levrette, depois missionário. Eu abri as pernas, Miguel lambia meu cu antes de meter. ‘Quero no cu!’, implorei. Ele cuspiu, entrou devagar, doía gostoso, eu gemia alto. João fodia o cu da Sofia, apertado e rosado. Olhos nos olhos, eu via o tesão dela, ela o meu.

Depois, cowgirl. Eu cavalgava o Miguel, cona e cu alternando, suor pingando. João na Sofia, peitos dela nos ares. Viramos de frente na levrette de novo, bundas coladas. ‘Mais rápido!’, eu mandava. Senti o gozo subindo, cona apertando. ‘Goza no meu cu, Miguel!’. Ele explodiu, jatos quentes me enchendo, eu gozei gritando, corpo tremendo. João gozou na Sofia logo depois, ela uivou.

Desabamos na cama destruída. Dusas quentes, limpando porra e suor. Voltamos pra casa, eu com o cu piscando, aliança no dedo. João me fodeu de novo olhando as fotos no telemóvel. Ninguém sabe. De dia, sorrisos falsos no trabalho, mas por dentro… sou viciada no segredo. O risco de ser pega me molha toda hora. Quero mais, mas finjo ser a esposa perfeita. Meu coração ainda bate assim, culpada e louca de tesão.

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