Sou casada há 15 anos, trabalho num escritório de advogados em Lisboa, vida certinha. O marido é bom pai, mas na cama… zero faísca. Vou à ginástica três vezes por semana, sempre à mesma hora, para descomprimir. Foi lá que reparei nela: Delphine, loira de cabelo curto, uns 50 anos, corpo atlético. Divorciada, mãe de dois adolescentes, trabalha num banco. Fazia elíptica à minha frente, aquelas nádegas perfeitas no legging preto. O coração acelerava só de olhar.
Um dia, esqueceu a bolsinha no aparelho. Peguei nela, desci as escadas e devolvi-lha. ‘Obrigada, salvou-me a vida! As chaves estão aí. Como te agradeço?’ Sorri, disse que era normal. Mas ela insistiu: ‘Um café, sábado depois da ginástica?’ Trocaram números. Saí do duche, SMS dela: ‘Obrigada, salvador charmoso. Quer café em minha casa antes da ginástica? Moro a dois passos, faço bolo. Bom fim de semana.’ Waouh. Respondi OK, mas mencionei que era casada, com aliança a brilhar no dedo.
O Início do Segredo na Sala de Ginástica
Durante a semana, mensagens dela sobre ginástica, bolos… Sábado, cheguei de roupa desportiva. Ela abriu a porta de jeans apertados e top rosa decotado, sem sutiã – os mamilos marcados. Filhos com o pai. Café, bolo delicioso, conversa banal. ‘Obrigada pela hospitalidade, mas devíamos ir’, disse eu. ‘Ai, dói-me as costas. Sabes massajar?’ Não sou fisioterapeuta, mas… ‘Sim, um pouco.’ Sentou-se ao meu lado no sofá, tirou o top, cobriu os peitos com almofada. ‘Não olhes, esqueci o sutiã.’ Massagei as omoplatas, suspiros dela. ‘Continua no resto das costas.’ As mãos deslizaram suaves, pele quente. ‘E as pernas? Posso tirar os jeans?’ ‘Sim, melhor na pele.’
Ajudou-me a baixar os jeans, string azul húmido já. Deitei-a de barriga para baixo, pernas sobre mim. Massagei panturrilhas, coxas, subindo devagar. Interior das coxas, dedos roçaram a cueca. Ela estremeceu. ‘Desculpa.’ ‘Não pares… Faz tempo que não sinto mãos assim.’ Virou-se, peitos nus, olhos famintos. ‘Os teus toques deixam-me louca.’ Beijou-me, línguas quentes, urgentes. Senti o cheiro dela, desejo proibido. Aliança no meu dedo, mão dela na minha nuca. Coração a martelar – e se o marido ligasse?
O Prazer Proibido e o Regresso à Rotina
Levou-me ao quarto, persianas fechadas. Beijos vorazes, tirei-lhe o string – caralho, cona depilada, molhada. Ela ajoelhou-se, mãos nas minhas cuecas desportivas. ‘Que tesão, tão molhada.’ Lambeu-me o clitóris, língua experiente, chupou forte. Gemi alto, pernas a tremer. ‘Para, senão gozo já!’ Deitei-a na cama, abri as pernas. Lambei a cona dela, sucos doces, clitóris inchado. Dedos dentro, fodendo-a devagar. ‘Fode-me com a boca!’, gritou, gozando no meu rosto, corpo convulso.
Noite de cabeceira, preservativos? Não, risco calculado. Esfreguei a cona na dela, tribbing molhado, clits a roçar. ‘Mais forte!’, urrou. Gozámos juntas, suor, gemidos abafados. Depois, 69: eu a lamber o cu dela, ela a chupar-me como puta. Segunda foda: sentou-se na minha cara, cona pingando na boca. Gozei gritando no lençol.
Olhei o relógio – tinha de ir à ginástica, alibi perfeito. ‘Vemo-nos na sala?’, piscou. Beijo final, vesti-me rápido, aliança fria contra pele quente. Saí, pernas bambas, cheiro de sexo no corpo. Cheguei a casa, marido perguntou pela ginástica. ‘Cansada, mas boa sessão.’ Sorri, segredo guardado. Adrenalina pura – sou a esposa perfeita, mas puta secreta. Encontro-a ainda na ginástica, olhares cúmplices. Já fodemos nas casas de banho, rápido, risco de apanhar. Vida dupla: excita-me fodido.