Confissão: A Minha Dupla Vida como Diretora e Amante Secreta

Sou a Ana, diretora de um colégio numa província perto de Évora. Casada há 16 anos com o João, engenheiro certinho, casa impecável, jantares em família aos domingos. Aos 42, vista elegante, blusa justa que marca os seios, saia lápis. Toda a gente me vê como a senhora perfeita, profissional impecável. Mas por dentro? Faminta. O João mal me toca há meses. Preciso de adrenalina, de risco.

Uma noite, sozinha no quarto de hóspedes – ele roncava na cama ao lado –, abro um site de encontros. O perfil dele salta: ‘Homem experiente, com humor belga, procura mulher de nível’. Respondo por impulso. Mensagens fluem: ele é engraçado, provocador. ‘Queres um beijo de boa noite no pescoço?’ Mando foto discreta. Ele descreve o que faria à minha lingerie. Coração dispara. Ligo-lhe à meia-noite. Voz grave, sussurra fantasias. Falo da minha vida vazia, ele ouve, pergunta sobre o meu dia no colégio. Eu bebo um licor, ele whisky. Descrevemos cuecas, soutiens. ‘Toca-te, Ana.’ Dedos deslizam na minha calcinha de renda preta. Gemo baixo, ele geme alto. Gozo sozinha, mas sinto-o pulsar. Amanhã é rentrée dos profs. Desligo a medo, aliança a brilhar no dedo.

O Início do Meu Segredo Proibido

No dia seguinte, chega um ramo de rosas ao colégio, às 14h. ‘Boa rentrée. Talvez esteja na reunião. Léo.’ Pânico. Olho os rostos na sala: o novo provedor, alto, olhos verdes, sorriso maroto. Ele. O cabrão escondeu-se todo este tempo a 20km! Reunião tremendo, cona húmida de raiva e desejo. Mando SMS: ‘Miserável! Encontra-me no parking do pontão às 21h. Citroën branca.’ Ele responde: ‘Vou atar-te a uma árvore, desnudar-te devagar, torturar-te com carícias.’ Fico molhada só de ler.

O Encontro Quente e o Regresso à Rotina

Chego cedo, coração aos pulos. Ele aparece, sai do carro com um ciclamen roxo. Entra. ‘Perdão pela flor da menopausa.’ Rio nervosa, dou-lhe uma estalada leve. Agarra-me o pescoço, beija-me voraz. Línguas dançam, cheiro a perfume doce dele. Mão na minha nuca, outra apalpa o peito por cima da blusa. ‘Aubade?’ sussurra. ‘Sim, caralho.’ Desabotoa, mama salta, mamilo duro. Chupa, mordo o lábio. ‘Aqui? Rápido.’ Baixo as calças dele, caralho grosso, veias pulsantes. Masturbo furiosa. Ele enfia mão na minha saia, rasga collants, dedos na cona encharcada. ‘Estás ensopada, puta casada.’ Gemo: ‘Fode-me já.’ Empurro o banco atrás, monto-o. Caralho entra fundo, enche-me. Aliança roça pele dele enquanto subo e desço, cona a engolir tudo. ‘Mais forte!’ Ele agarra ancas, bate fundo. Clitóris roça pubis dele, gozo gritando baixo, corpo treme. Ele explode dentro, jorra quente, enche-me. ‘Porra, Ana…’ Limpamos com lenços, riso nervoso. ‘Vai para casa, marido espera.’ Beijo rápido, saio.

Volto a casa às 22h30. João janta na TV. ‘Tarde no colégio?’ ‘Sim, reunião.’ Banho rápido, cheiro a sexo ainda na pele, esperma escorre perna abaixo. Deito-me ao lado dele, cona dolorida, coração cheio. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã vejo-o no colégio, sorrisos cúmplices. Ninguém sabe. Esta dupla vida – diretora diurna, vadia noturna – vicia-me. Quero mais risco, mais caralho dele. E se me apanham? O medo excita ainda mais.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *