Eu sou Mariana, portuguesa de gema, casada há 20 anos com o João, dono de uma quinta no sul de França. Vida certinha: acordo cedo, trato das vacas, faço contas, sorrio para os vizinhos. Aliança no dedo, foto da família na mesa da cozinha. Adotamos o Bambou há anos, um órfão negro do rio Limpopo, na África. Chegou magro, olhos assustados, agora é um touro de 1,90m, joga râguebi, estuda veterinária. Eu faço a limpeza no estúdio dele a cada quinzena. Só isso, digo a mim mesma.
Mas… os olhares mudaram. No primeiro abraço após o jogo, sinto o pau dele duro contra mim. Coração dispara, cona molha. ‘Mãe, você é linda’, murmura. Eu corro, rosto quente. Em casa, João mal bandeia por causa do diabetes. Dedos e língua não bastam. Eu amo o João, mas o corpo grita. No estúdio, roçamos ‘sem querer’. Ele pressiona, eu gemo baixinho. ‘Para, Bambou…’. Mas não paro. O risco me excita: e se o João souber? E se nos virem? Adrenalina pura.
O Segredo que Começou a Queimar
No dia do 18º aniversário dele, explodo. ‘Vamos jantar fora, filho’. Vestido justo, salto. No restaurante, mão dele na minha, aliança brilhando ao lado dos dedos negros fortes. Uns velhos resmungam: ‘Que par…’. Ele se levanta, fuzila-os: ‘É minha mãe!’. Volto derretida. Na discoteca, slow colado. ‘Sentes-me duro, mãe? Gostas?’. ‘Calado…’. Mas guio a mão dele à minha bunda. ‘Quero-te tanto’. Pagamos, corremos pro estúdio. Ligo pro João: ‘Bebi demais, fico aqui’. Dusho rápido, saio de camisola transparente. A cona loira à mostra, depilada.
O Fogo Explosivo e o Retorno à Rotina
Ele entra nu, caralho enorme, preto, veinoso, apontado pra mim. ‘Desembrulha o teu presente, mãe’. Puxo-o pra cama. ‘Vem, fode-me! Sonho com isso há meses’. Ele mama os meus peitos, chupa os mamilos duros. ‘Que delícia…’. Baixo, cheiro a macho invade. ‘Quero provar-te primeiro’. Mergulho na cona dele – não, ele na minha. Língua grossa lambe o clitóris, dedos abrem os lábios, chupa o mel. ‘Ahhh, Bambou!’. ‘Quero o teu caralho agora!’. Ele posiciona, empurra brusco. Enche-me toda, rasga. ‘Caralho, que apertadinha…’. Fodo como louca, unhas nas costas dele. Aliança roça o peito suado negro. Coração bate no ouvido, suor pinga. ‘Mais forte!’. Ele acelera, bolas batem no cu. Gozo gritando, cona aperta o pau. Ele não para, vira-me de quatro, mete fundo. ‘Vou gozar dentro!’. Jorra quente, enche-me. Caímos ofegantes. ‘O melhor aniversário… amo-te, mãe’. ‘E eu a ti, mas é segredo. João não pode saber ainda’.
De manhã, dusho o cheiro dele de mim. Visto a roupa certinha, beijo na testa: ‘Vai pra aula’. Volto pra quinta, João sorri: ‘Dormiste bem?’. ‘Sim, amor’. Coração acelerado, cona ainda sensível, esperma escorre na cueca. Culpa? Pouca. Excitação total. Dupla vida: esposa fiel de dia, puta do filho negro à noite. Toda sexta, ele fode-me selvagem. Risco de gravidez, de descoberta – puro tesão. Toquei no proibido, e não volto atrás. Quem diria que a portuguesa recatada era assim?