Sou casada há oito anos, engenheira numa firma em Lisboa. Vida perfeita: marido amoroso, casa arrumadinha no Chiado, rotina de jantares e fins-de-semana em família. Mas… há este fogo dentro de mim. Adoro o segredo, o risco de ser apanhada. A aliança no dedo esquerdo brilha, mas o meu corpo trai tudo. Esta história aconteceu na semana passada, ainda sinto o coração aos saltos.
Era quinta-feira chuvosa, novembro. Saí com amigos do pub no Bairro Alto, disse ao marido que era ‘reunião de trabalho tardia’. Já ia atrasada, como sempre. O sítio cheio de fumo, gente a rir alto. Atravessei um grupo: ‘Desculpa, só passo’. Uma voz rouca: ‘Podes ficar…’. Ergui a cabeça, sorri. Olhos verdes, cabelo escuro solto. ‘Obrigada, mas os amigos esperam-me’. Olhares trocados toda a noite. Às duas da manhã, porta do meu prédio antigo, chaves perdidas no casaco. Sento-me na escada, frio a morder, a virar bolsos ao contrário. Passos. Aquela voz: ‘Precisas de ajuda?’. Levanto os olhos. Ela, sozinha agora, casaco longo preto, sorriso que me derrete. ‘Chaves voadoras, evaporam-se’, digo, rindo nervosa. Ajuda-me, mãos quentes nas minhas. Encontro-as. ‘Boa noite’, murmuro, mas o coração martela. Subo, tremendo. Não de frio.
O Encontro Inesperado e a Tensão do Segredo
Sexta, regresso cedo do trabalho. Deito-me no sofá-cama do meu estúdio secreto – sim, tenho este buraco no centro, ‘escritório’, minto ao marido. Interfone toca às sete. ‘Se for mentira, vai dar merda!’. Voz dela, deformada: ‘Só para ver se as chaves ainda estão contigo’. Meu Deus. Fico colada à porta. ‘Não mexas! Já desço!’. Visto calças de ganga às pressas, desço descalça. Ela no hall gelado, só tee-shirt fino. ‘Olá, Sofia’. ‘Podes mexer agora?’, brinca. ‘Desculpa a frase idiota, de um filme’. Convidou-me café? Não, eu: ‘Queres algo quente? Não te deixo ir assim’. Subimos. Ela tira o casaco, corpo esguio, seios perfeitos sob a camisola. Preparo café, mãos a tremer. ‘Observei-te ontem no pub. Os teus olhos falavam comigo’. Aproxima-se, sopro quente no pescoço. ‘Estás tão perturbada como eu?’. Viro-me, dedo nos lábios. Beijo-a. Café cai. Línguas enroscam, coração explode. Aliança fria contra a pele dela quente.
O Sexo Intenso e o Risco de Ser Apanhada
Caímos na alcatifa. ‘Temos a noite toda?’. ‘Não, marido espera-me em casa às dez’. Urgência. Rasga-me a tee, mamas tensas, mamilos duros. ‘Nada por baixo?’, ri, mão no meu sexo molhado. ‘Não tive tempo’. Dedos deslizam, clítoris inchado. Gemo. ‘Quero provar-te’. Ajoelha-se, língua abre os lábios, chupa devagar, depois rápido. Dois dedos dentro, fodo a boca dela. ‘Vou gozar!’. Explosão, pernas fraquas, squirt na cara dela. Vingo-me: arranco calças, string fino. ‘Que cona gulosa’. Língua no clítoris dela, dedos a bombar. ‘Fode-me mais!’. Grita, corpo arqueado, goza tremendo, unhas nas minhas costas. Rolamos, 69, cheiros mistos, suor, porra dela na minha boca. Telefone toca – marido: ‘Onde estás?’. ‘Quase a casa!’. Ela ri baixo, dedo no cu enquanto falo.
Às nove e meia, visto-me. ‘Volto?’. ‘Sim, mas segredo’. Saio, pernas moles, maquilhagem borrada. Chego casa, marido dorme no sofá. Beijo-o na testa, aliança brilha inocente. Deito-me, cona latejante, lembro o gosto dela. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, vida normal: reuniões, família. Mas no peito, o segredo queima. Quero mais. O risco… é o meu vício.