Sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, vida perfeita: emprego em escritório, casa impecável, jantares em família. Mas tenho uma dupla vida. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Esta sábado, o João convida o Bob, amigo do futebol, e a mulher dele, a Stéphanie, para um aperitivo. Eu sorrio, mas por dentro… ufa, o Bob é o ‘beauf’, daqueles brutos, e ela? Cabelos castanhos escuros, olhos azuis falsamente inocentes, num kiltinho curto que mostra pernas de sonho e top branco deixando o umbigo à vista. Eu visto minissaia cinzenta e camisa semi-transparente, desabotoo um botão. Jogo limpo: se ele olha para ela, eu acendo o Bob.
Eles mergulham no futebol, ricard a rolar. Nós, mulheres, falamos de viagens. Sento-me de lado, pernas cruzadas para não dar show, mas o Bob, do outro sofá, tem vista para a minha cueca branca. Sinto um arrepio. Há quanto tempo olha? Gosto disto, mas controlo o jogo. Viro-me, abro mais as pernas no movimento – clac, imagem gravada na cabeça dele para foder a mulher esta noite. Mesquinho? Feminino.
A Tensão Entre a Rotina e o Desejo Proibido
Falo com a Stéphanie, curvo-me para os aperitivos, camisa abre mais, soutien de renda branca deixa ver os meus peitos redondos, mamilos duros de repente, latejando. Ela olha, olhos yo-yo, cora. Família de voyeurs. Ajusto a camisa sem abotoar, sorrio. Ela gagueja. Descruzo pernas ‘por distração’, cueca à vista. Jogo com o decote, dedos na abertura. Coração acelera. Abro pernas de vez, saia sobe, ela vermelha como tomate, voz tremendo, mexendo-se inquieta.
Vejo a cueca dela: branca com flores rosas, de miúda. Ela curva-se, eu toco a mão dela nos biscoitos. Aperto, tremores. Ventre arde, molho-me toda. Ela recua, ironia no sorriso, abre pernas, vejo o rasto das lábios na cueca húmida. Dedos dela sobem, acaricia-se. Quero lamber aquela cona. Perco o controlo. Olho os homens – distraídos. Meto mão na saia, acaricio, afasto cueca, mostro-lhe a minha cona depilada, lábios inchados, molhados. Ela lambe lábios, olhos em chamas, mão na dela, masturbando-se por cima da cueca.
Vou gozar, clito enorme, aperto coxas. Ela levanta-se: ‘Onde fica a casa de banho?’ Sumiu. Raiva, desejo preso. Bebo água, João nota: ‘Estás quente.’ Beijo-o, lábios traem. Bob vai à casa de banho. Ela volta, olhos brilhantes, mão nas minhas, deixa cueca húmida entre dedos. Escondo sob saia, cheiro a sexo.
O Acto Explosivo e o Regresso à Normalidade
Ela ri, pernas cruzadas como santa. Bob cambaleia, João leva-o ao carro. Sozinhas. Ela pega-me na cara, beija devagar, língua quente. Pega na minha mão, leva à cona dela – pelinhos negros, lábios carnudos, ensopada. Enfio dedo, sinto o calor, o apertar. ‘Oh, Ana…’, geme baixo. Chupo o pescoço, dois dedos dentro, polegar no clito. Ela treme, goza rápido, baba escorrendo.
‘Chaves!’, grita João. Ela afasta-se, levanta kilt: cona perfeita, brilhante. Corre rindo.
À noite, com João: fico de quatro, cueca vestida, ele fode pela lateral, eu froto clito no tecido. Gozo gritando, imagem dela na cabeça, apertando a cueca dela na mão. Segredo guardado, adrenalina pura. Amanhã, sou a esposa perfeita. Mas lembro-me… e molho-me outra vez.