Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de banco, vida perfeita em Lisboa. Casa arrumadinha, dois filhos na escola, eu sou advogada, sempre impecável. Mas… tenho esta fome. Esta necessidade de risco. De me sentir viva. Ontem à noite, na véspera de Ano Novo, convidei amigos para jantar. Mariscos, Picpoul gelado, riso alto. Entre eles, a Sílvia, mulher do meu amigo Pedro. Cabelos castanhos, curvas generosas, sorriso que me desarma. Eu? Vestido bege comprido, sem cueca, depilada ao milímetro, sutiã a empurrar os seios para fora do decote. O coração batia forte só de a ver ao meu lado no sofá, a trocar copos, a cheirar o mesmo perfume de camarões nos dedos.
Falámos de tudo, menos do óbvio. Os homens na cozinha com as ostras, eu e ela sozinhas a pôr a mesa. ‘Está calor aqui’, disse ela, a tirar o pulôver. Ofereci-lhe a minha camisa preta bordada. No quarto, vi o sutiã dela, carne nua a transbordar. Toquei-lhe no peito ao apertar o clipe, pele quente, macia. Voltei à mesa com a saia colada à cadeira húmida – culpa da excitação sem barreiras. Olhava para os seios dela apertados na minha camisa e a cona latejava. Toquei-me por baixo da mesa, dedos com vinagre de limão a arder nas minhas lábios inchados. Imaginava a boca dela na minha boceta, a sugar o sumo salgado. O relógio marcava meia-noite, todos de pé, eu a vir ao pequeno gozo discreto enquanto brindávamos. ‘Bons anos!’, gritei, a aliança no dedo a brilhar contra o caos molhado entre as pernas.
A Noite do Jantar e a Tensão Proibida
Dançámos, bebi mais. O tango com o Pedro quase me expôs – saia a abrir nas coxas nuas. Rimos, mas o desejo por ela crescia. De madrugada, dei-lhes a minha cama. Eu fui para cima com a au pair. Nua debaixo do lençol, sonhei com a língua dela a lamber-me o cu.
Acordei com a boca seca, nu, barulho em baixo. Casa de banho ocupada. Bati: ‘Sílvia?’. ‘Entra, Ana! Estou a tomar duche.’ Entrei, ela de costas, sabonete a escorrer pelas nádegas redondas. Fiz xixi ali mesmo, coxas apertadas, o som da água a tapar. Ela virou-se, perfil do peito balançante, triângulo escuro molhado. Ri-me, envergonhada da minha boceta desgrenhada, pelos loiros colados de urina e tesão noturno. ‘Preciso de me lavar’, disse. Ela: ‘Vai, eu espero.’ Mas os olhares cruzaram-se, quentes.
O Banho Explosivo e o Regresso à Rotina
No bidé, pernas abertas, água a bater na cona aberta. Dedos a limpar, mas viraram carícias. Enfiei dois, bombeei devagar, clítoris duro como pedra. Gemi baixo. Ela na banheira, imóvel. ‘Sílvia…’. Virou-se: ‘Não pares. Deixa-me ver.’ O coração disparou. ‘O Pedro?’. ‘Ele dorme. Rápido.’ Levantei-me, entrei na banheira. Beijámo-nos, línguas urgentes, sabão e sal. Mamas coladas, mamilos a roçar. ‘Chupa-me’, sussurrei. Ela ajoelhou-se, língua na minha boceta, sugando o clítoris, dedos no cu. Eu: ‘Caralho, sim, fode-me com a boca!’ Gozei forte, pernas a tremer, jatos na cara dela. Troca: eu na dela, cona morena e carnuda, cheiro forte de marisco e tesão. Enfiei a língua fundo, dedilhei o grelo inchado, ela gemia ‘Mais, Ana, lambe o meu cu!’. Gozou-me na boca, sumo grosso a escorrer.
Saímos, secámo-nos rápido. ‘Ninguém sabe’, disse ela, piscando. Desci, marido a rir com os amigos, aliança intacta. Sorri, normal. Dentro, a cona ainda latejava, o segredo a queimar. Esta dupla vida… vicia. Amanhã, ligo-lhe. O risco chama-me de novo.