Confissão Íntima: Minha Dupla Vida com a Professora de Piano da Filha

Eu tenho 42 anos agora, mas isso aconteceu há uns anos. Casada há 15, com uma filha de 10 na época, vida organizada: trabalho em escritório, casa impecável em Lisboa, marido dedicado. Mas por dentro… ah, por dentro eu fervia. Laura, a professora de piano da minha filha. 28 anos, baixa, magra, cabelo preto liso até os ombros, olhos que perfuram a alma, sorriso matador. Seios pequenos, sempre sem sutiã, os bicos marcando a blusa fina. Vinha uma vez por semana, hora e meia de lições no nosso Yamaha U3 no salão.

Eu me esforçava para estar em casa nessas horas. Adorava vê-la tocar, as mãos finas dançando no teclado, a voz suave explicando. E aquelas vocalises… ‘Ah! Ah! Aaah!’, com o olhar fixo no meu, desafiador. Meu coração acelerava, a aliança no dedo pesava como culpa, mas o calor entre as pernas traía tudo. Conversávamos sobre o trabalho dela na academia, namorado, concertos. Sempre formal, mas o ar carregado. Um dia, ela disse que almoçava num bar perto quando sem aulas. ‘Eu também vou lá às vezes’, respondi. Marquei para a semana seguinte. Mentira pro marido: ‘almoço com colega’.

A Rotina Perfeita e o Desejo Escondido

Nos encontramos no bar. ‘Vamos na minha casa? Mais calmo’, disse ela, piscando. Comprei sandes e sumos. Levei-a de carro, 5 minutos. No elevador, silêncio tenso, olhares fugidios, meu pulso disparado. Entrei, tirei os sapatos – ‘minha mãe é mania com o parquet’. Mostrou a casa, acabou no quarto: piano de cauda enorme, quase no cama, paredes insonorizadas. ‘Perfeito pros vizinhos’, riu.

Ela sumiu ‘pra me arrumar’. Voltou sem sutiã, saia curta revelando pernas torneadas. Sem calcinha, aposto. ‘Toca algo pra mim?’, pedi, voz rouca. Sentou no banco, começou devagar, depois frenético, corpo ondulando, olhos fechados. Meu vestido apertava, umidade crescendo. Parei o piano. ‘Não vim só ouvir música.’ Ela sorriu maliciosa. Sentei atrás dela no banco, corpo colado. Mãos nos ombros dela, descendo pra blusa. Desabotoei devagar. ‘Ah… Senhora…’, murmurou, mas continuou as vocalises: ‘Ah! Aaah!’.

O Êxtase no Piano e o Retorno à Normalidade

Toquei sua barriga macia, costas, depois os seios firmes. Mamilos duros como pedras, pincei devagar. Ela gemia: ‘Aaaah, que ousadia…’. Minhas mãos desceram pras coxas, subindo a saia. Nada por baixo! Molhada já, cona inchada, quente. ‘Aaaaah, onde vai essa mão safada?’. Levantei sua saia, dedos na entrada dela, escorregando fácil. Ela se arqueou, empurrou contra mim. Tirei minha calcinha rápido, aliança brilhando irônica. Virei-a de lado no banco, pernas abertas. Chupei um mamilo, dedo fodendo devagar. ‘Mais… fode-me, por favor!’. Meu coração batia louco, risco de alguém bater à porta, mas adrenalina pura.

Deitei-a no banco, rosto na cona dela. Lambi clítoris inchado, provei o mel salgado. ‘Aaaaaaaah! Vou gozar!’. Ela tremeu, esguichou na minha boca. Não parei. Levantei, sentei no rosto dela. ‘Lambe-me agora, sua putinha.’. Língua dela no meu cu e cona, dedos dentro. Gozei forte, abafando gemidos no piano. Depois, 69 frenético, conas roçando, dedos se fodendo mutuamente. ‘Tua cona é tão apertada… goza pra mim!’. Explosão dupla, suadas, ofegantes.

Uns minutos, arrumamos roupa. Ela: ‘Foi incrível, mas só uma vez. Discrição total, ok? Namorado, tua família…’. Beijo leve na boca, me pôs pra fora. Voltei pra casa, cheiro dela em mim, aliança suja de tesão. Marido perguntou do almoço: ‘Bom, normal’. Filha: ‘Mamã, chegas cedo!’. Sorri, secreta excitada. Leções seguintes? Distante, mas eu… revivo tudo, toco-me pensando no risco. Minha dupla vida: rainha em casa, vadia no proibido. Adoro isso.

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