Confissão: A Minha Dupla Vida com o Vendedor Proibido

Era terça-feira, por volta das 11h. Outra manhã morna no stand de carros novos, onde trabalho como consultora. Não, espera… Eu sou a Ana, 48 anos, professora de física num liceu em Lisboa. Casada com o João, engenheiro certinho, dois filhos na uni, casa impecável nos subúrbios. Vida perfeita, ou assim parece. Mas por dentro… arde. O meu carro deu o berro após um acidente parvo, e lá fui eu à pequena concessionária ali a três ruas, para ver a nova Brio da publicidade.

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Entro, o stand vazio. Aparece ele: alto, 40 anos bem puxados, olhos escuros, sorriso de tubarão. ‘Bom dia, senhora, posso ajudar?’ A voz… familiar. Olhos azuis? Não, castanhos. Magro, mas forte. Sinto um formigueiro. ‘Procuro uma Brio pequena, tive acidente, moro aqui perto.’ Ele sorri, ‘Perfeita escolha, Ana. A primeira chega sexta. Senta aí, marco ensaio para sábado, 14h. Passo buscar-te?’ Meu coração acelera. Aliança no dedo esquerdo brilha sob a luz. Penso no João a almoçar em casa. ‘Sim, perfeito.’ Conversamos, ele entrega folheto com cartão falso? Não noto. Saio com o pulso a bater forte. É o Laurent, o chavalo da turma que me dava colas em secundária. Mudou tanto… e eu? Rousse carapinha, pele sardenta, magra como cana, rugas no pescoço. Mas os olhos dele… devoram-me.

O Encontro no Stand e a Tensão Crescente

Sábado, 14h15. Ele chega pontual, de Brio impecável. Ensaios calmo, eu dirijo devagar, ele ao lado comenta funções. Olho de soslaio: braços musculados, cheiro a aftershave fresco. ‘Gostas?’ ‘Adoro.’ Paramos em casa. João no futebol com amigos, volta às 17h. ‘Café? Discutimos preço.’ Ele hesita, entra. Sala pequena, sofá gasto. Vou à cozinha, Nespresso ronrona. Enfio o café, tiro o sutiã disfarçadamente – guardo na gaveta. Volto com tabuleiro, debruço-me: decote aberto, peitinhos pálidos e moles balançam livres, aréolas grandes, sardas por todo o lado. Ele engole em seco. ‘3% de desconto máximo, crise…’ A minha mão ossuda vai ao joelho dele. ‘Não é só a crise que aperta, pois não?’ Olhos nos olhos. ‘Senhora Ana… és a prof Belette!’ Rio. ‘Silêncio, ou perdes a venda.’ Mão sobe, coxa dura. Coração troveja. ‘Foda-se, és linda ainda.’ Beijo. Línguas urgentes.

O Sexo Selvagem e o Regresso à Rotina

Não resisti. Ele puxa-me para o sofá, rasga a blusa. Peitos flácidos saltam, ele mama voraz: ‘Tão macios, sardas por todo o lado…’ Chupo o pescoço dele, mão na braguilha – caralho grosso, latejante. ‘Tira tudo.’ Nu, ele é perfeito: peito peludo, pila erguida 18cm, veias pulsantes. Eu de saia, cona molhada, sardenta, labios flácidos mas encharcados. ‘Chupa-me.’ Ajoelho, engulo: saliva escorre, bolas cheiram a macho. Ele geme: ‘Prof, fode-me a boca…’ Levanto, monto: cona engole caralho num golpe – apertada apesar da idade, sucos escorrem. ‘Ahhh, enche-me!’ Cavalgada louca, peitinhos baloiçam, ele agarra, torce mamilos. ‘Mais forte!’ Viro de quatro, sofá range. Ele martela: ‘Tão gulosa a tua coninha russa!’ Pau entra fundo, clitoris inchado. ‘Gozo… vai!’ Ele explode: jatos quentes inundam, escorre perna. 15 minutos selvagens, suor, cheiro sexo. Olhos dele nos meus: fusão.

18h. Ele veste fato, eu robe felpudo, beijo na porta. ‘Vens segunda fechar negócio?’ ‘Sim, Patrick… ou Laurent?’ Rio culpada, excitada. Ele sai, eu limpo sofá, cona ainda lateja, esperma dentro. João chega: ‘Café bom?’ ‘Perfeito.’ Noite normal: jantar, TV. Mas eu… sorrio sozinha. Aliança brilha, segredo arde. Amanhã, mais. Adoro o risco, o proibido. Dupla vida: prof recatada, puta secreta. Coração bate só de pensar. Quero mais dele, mais adrenalina. Ninguém sabe.

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