Confissão: A Minha Dupla Vida na Loja de Lingerie Secreta

Sou a Marta, 42 anos, casada há 15 com o Pedro, advogado como eu. Vida perfeita de fora: casa em Lisboa, dois filhos, rotina impecável. Mas por dentro… Meu Deus, que fogo. Há semanas passo pelaquela loja de lingerie discreta, vitrine com guêpières e camisolas para grandes tamanhos. Sempre olho, coração acelera, mas nunca entro. Hoje, 18h50, quase a fechar. ‘Só olho’, penso. Entro, pernas a tremer.

A Helena, a dona, quarenta e poucos, tailleur cinzento, saltos finos, sorri. ‘Boa tarde, posso ajudar?’ Balbucio: ‘Aquela camisola Aubade na montra… para mim.’ Ela ri suave. ‘Não é a primeira. Fechemos e experimente.’ Tranca a porta, vai à reserva. Eu na cabina, tiro a blusa, saia. Fico de sutiã e cuecas. Ela abre o cortinado: ‘Fica-te lindo. Queres o conjunto? String e boxer?’ Ereção? Não, mas a minha cona já lateja.

A Tentação que Mudou Tudo

Volta com mais. ‘Não estás sozinha’, diz, e entra a Carla, morena linda, vinte e poucos. ‘Não te disse que tínhamos uma boneca hoje?’ Boneca? Humilhada, mas o tesão explode. ‘Gosto de lingerie sexy, mas… sou casada.’ Helena: ‘Nós também adoramos. Vivemos no andar de cima. Vem este fím de semana, transformamos-te na nossa puta sexy. Chamas-te Marta a boneca.’ Hesito. Aliança no dedo brilha. ‘Amanhã 18h45. Nada levas, nós temos tudo.’ ‘Sim…’, sussurro, submissa já.

Pago, saio zonza. Chego a casa, Pedro no trabalho. Tomo duche, visto a camisola nova. Dedos na cona, gozo a pensar nelas. Noite agitada, sonhos de ser comida por duas femas selvagens. Amanhã, no escritório, não como. Ansiedade e excitação no estômago. Volto cedo, duche, ponho shorty sexy, levo a camisola.

O Prazer Proibido no Andar de Cima

Entro na loja, atrasada, casal lá. Pânico! Helena: ‘Prima do Porto! Boa viagem?’ Beija-me, disfarça. Esperamos fecharem. Tranca, cortina. ‘Despacha-te, nua.’ Tiro tudo, shorty com bossa da cona inchada. ‘Ela tá quente!’, ri Carla. ‘Para cima, boneca.’ Escolhem corset branco, apertam até cortar fôlego. Silhueta feminina, sexy. ‘Pronta pro nosso apê.’ Subo escada, coração na boca, aliança fria contra pele quente.

No quarto, maquilham-me, peruca loira. ‘Agora, assistes-nos foder, depois participas. Mas sem tocar na tua boceta sem ordem.’ Beijam-se vorazes, tetas expostas. Eu molhada, pernas abertas. ‘Vem, lambe-me a cona’, ordena Helena. Ajoelho, língua na dela, salgada, molhada. Carla atrás, dedos no meu cu, ‘Relaxa, puta.’ Grito abafado. Helena goza na minha boca, esguicha. Troca: como Carla, ela grita ‘Mais fundo!’. Helena mete-me dois dedos na cona, polegar no cu. ‘Goza, sua casada safada!’ Orgasmo rasga-me, jorram sumos, corpo treme. Elas riem, chupam-me os mamilos duros, alternam: dildos? Não, só línguas e dedos. Fodo a cara da Carla, cavalga a minha. ‘Aliança no meu clitóris, sente o marido?’, provoca. Gozo de novo, esgotada, cheiro a sexo por todo o lado.

Desço às 20h, vista normal, mas cona latejante, cuecas encharcadas. Pedro: ‘Onde estavas?’ ‘Compras com prima.’ Sorriso cúmplice. Deito-me, toco-me relendo o dia. Segredo meu, adrenalina pura. Amanhã? Volto. Dupla vida: esposa perfeita, puta secreta. Tesão eterno.

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