Sou a Inês, 32 anos, casada com o Rui há oito. Vida perfeita de fora: casa em Cascais, loja de sapatos no centro de Lisboa, eu de saia justa e blusa elegante, a sorrir para clientes. Mas por dentro… frustração. O Rui é bom pai, mas na cama, zero fogo. Encontrei o Pedro num chat erótico online, há três dias. Trocaram histórias sujas, fantasias. ‘Vem à loja quinta, 14h, o Rui almoça em cima e desce só às 15h’, mandei. Acordámos: eu sem cueca por baixo da saia. Nuinha. O risco? Ele pode aparecer cedo. Meu coração martelava desde manhã. ‘E se ele não gostar de mim? E se eu fraquejar?’ Mas a excitação vencia. Olhei a aliança no dedo, brilhou ao sol. ‘Sou casada, mas preciso disto.’ Fechei as portas às 13h55, luzes baixas. Ele chegou pontual. Alto, olhos pretos famintos. ‘Boa tarde, o que procura?’ disse, voz tremendo um pouco. Ele sorriu: ‘O que queria não estava na montra, mas encontrei.’ Sentei no banquinho de provar, pernas juntas. Coração na garganta.
Abri as pernas devagar. ‘Truquei um bocado’, confessei, maliciosa. Levantei a saia: cueca de renda vermelha, molhada, pelos negros a espreitar, a cona inchada marcada. Ele arregalou olhos. ‘Quero tirar à tua frente.’ Mãos debaixo da saia, deslizei a cueca. Estava encharcada, cheirava a mim, a tesão todo o dia a masturbar-me a pensar nele. ‘Prova, está cheia dos meus sumos.’ Ele pegou, cheirou, olhos nos meus. Eu… arfei. Olhar fixo, como se me fodesse com os olhos. A cona exposta, aberta no banquinho alto, ele inalava o meu cheiro. Não tocava, só olhava. Senti o clitóris pulsar. ‘Oh… Pedro…’, gemi baixo. Fechei olhos, cabeça para trás, orgasmo veio como tsunami. Tremi toda, sumo escorrendo no banco. ‘Desculpa… o teu olhar… penetra-me.’ Ri nervosa, culpada mas louca de excitação. Peguei a mão dele com a cueca, limpei a cona melíflua, o banco. Ele chupou os dedos. Pau dele duro na calça. Olhei em volta – rua vazia, mas risco ali. ‘Preciso de ti na boca’, disse eu, ousada. Desci o fecho, pau grosso saltou, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. Chupei gulosa: língua no glande, engoli até à garganta, bolas na mão. Ele gemeu: ‘Inês… vais fazer-me gozar.’ Apertei a base, chupei voraz, nariz na puba dele. ‘Não pares’, supliquei. Ele veio, jatos quentes na boca, engoli tudo, lambi limpo. ‘Néctar divino’, lambi lábios.
O Segredo que Começou no Chat e a Tensão Antes do Encontro
Peguei sandálias da prateleira. ‘Prova.’ Descalcei-o, tirei meia. Calcei o pé entre as coxas nuas, cona aberta. Esfreguei o dedo grande na fenda, no clitóris. ‘Fode-me com o pé’, pedi. Empurrei, entrou um pouco, fodi-me rápida. Orgasmo outro, unhas no calcanhar dele, tremendo. Limpei com a cueca: pé dele, cona minha. ‘Lembrança.’ Ele duro de novo, mas hora voou – 15h perto. ‘Meu marido desce já.’ Beijo urgente, línguas dançando, aliança roçando pele dele. ‘Minha boca ainda tem o teu gosto’, sussurrei. ‘Amanhã no chat, outro risco?’ Ele: ‘Amo-te já, Inês.’ Saí, porta fechada. Rui desceu minutos depois: ‘Tudo bem, amor?’ Sorri, cona latejando vazia, cueca dele no bolso. Culpazinha, mas o segredo? Adrenalina pura. Sou a senhora certinha… e a puta secreta. Mal posso esperar o próximo.