Eu sou a Ana, 42 anos, casada com o João há 18, mãe de dois rapazes já crescidos. De dia, sou a contabilista certinha na fábrica de Aveiro, com saia lápis, blusa branca e aliança a brilhar no dedo. A vizinhança acha que sou a perfeita dona de casa, jantares em família, missas aos domingos. Mas à noite… ai, à noite o meu coração acelera só de pensar.
Há uns meses, veio o Cristiano, o formador de informática de Lisboa. Alto, olhos verdes, mãos fortes de quem mexe em teclados e cabos toda a vida. Instalou o novo sistema na fábrica, ensinou-me e mais dois colegas. Os nossos olhares cruzaram-se no corredor vazio. ‘Precisas de ajuda com aquilo?’, disse ele, voz grave. Toquei-lhe no braço por acidente, e senti o calor subir. Ele sorriu, malandro. Desde aí, mensagens escondidas no WhatsApp. ‘Sinto falta da tua aula particular’, escrevi uma vez, arrependida no segundo a seguir. Mas ele responde sempre: ‘Vem à porta das traseiras esta noite. O teu marido está de turno?’
O Segredo que Começou com uma Mensagem
Hoje, menti ao João. ‘Vou ao ginásio mais cedo, amor.’ Ele nem pestanejou, ocupado com o futebol. O coração batia-me no peito como um tambor enquanto arrumava a cozinha. Olhei o relógio: 22h. Ele chega discreto, pela garagem, como da primeira vez. ‘Ana, estás linda’, murmura, puxando-me para o quarto de hóspedes no rés-do-chão. A aliança pesa no meu dedo enquanto as mãos dele me apertam a bunda por cima das leggings. Sinto-me culpada… mas tão viva. ‘Temos de ser rápidos, os vizinhos…’, sussurro. Ele ri baixo: ‘É isso que me excita, o risco.’
Beija-me com fome, língua quente na minha boca. Arranco-lhe a camisola, sinto os músculos tensos. Ele baixa as minhas leggings, dedos ágeis na minha cona já molhada. ‘Estás ensopada, safada’, diz, e eu gemo baixinho. Deito-me na cama estreita, pernas abertas. Ele ajoelha-se, lambe-me devagar, a língua no clitóris, chupando forte. ‘Oh, Cristiano… assim…’, arqueio as costas, unhas nas suas costas. O prazer sobe como uma onda, gozo na boca dele, abafando o grito com a mão.
O Encontro Rápido e Intenso no Escuro
Agora sou eu. Empurro-o para trás, abro-lhe os calções. O caralho dele salta, grosso, veias inchadas, cabeça vermelha. ‘Quero provar-te’, digo, voz rouca. Engulo-o inteiro, sentindo-o pulsar na garganta. Chupo voraz, baba escorrendo, bolas nas minhas mãos. Ele geme: ‘Ana, vais fazer-me gozar… para!’. Mas não paro, acelero, até ele explodir na minha boca. Engulo tudo, salgado, quente, lambendo os lábios. ‘Adoro o teu gosto’, confesso, olhos nos dele.
Não acabou. Ele vira-me de quatro, rápido. Enfia o caralho na minha cona de uma estocada, fundo. ‘Fode-me forte!’, peço, mordendo o lençol. Ele agarra os meus quadris, bate com força, pele contra pele, o som molhado ecoando. Sinto-o crescer dentro de mim, o meu clitóris roçando na cama. Gozamos juntos, ele jorra quente lá dentro, eu tremo toda. ‘Perfeito…’, suspira ele, beijando-me a nuca.
Cinco minutos depois, ele sai pela garagem, beijo rápido. Eu arrumo a cama, lavo-me depressa, cheiro a sexo no ar. Subo as escadas, o João chega meia-hora depois. ‘Treino bom?’, pergunta, beijando-me a face. ‘Sim, amor, revigorante’, sorrio, cona ainda latejando. Deito-me ao lado dele, coração acelerado, secret guardado. Amanhã volto à rotina, mas esta excitação… esta dupla vida… é o meu vício. Não sei se aguento mais, mas não quero parar. O risco de ser apanhada? Faz-me querer mais.