Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida e a Masturbação Proibida ao Lado do Amante

Chamo-me Inês, tenho 36 anos, casada com o Paulo há 12. Vida impecável: casa nos subúrbios de Lisboa, emprego de gestora num banco, fins-de-semana com os miúdos. Mas por dentro… arfo de desejo. Adoro o segredo, o coração aos saltos, o medo de ser descoberta. Domingo passado, na feira das pulgas em Alfama, vi-o. O Rui, moreno, olhos que me perfuraram. Acostei-o perto de uma banca de loiças antigas. ‘Gostas disto?’, perguntei, voz tremendo um pouco. Rimos, falámos horas. Passámos a tarde juntos, cafés, toques casuais no braço. No adeus, ‘Ligo-te amanhã’, disse ele. Dez dias depois, mensagem: ‘Janta esta sexta?’. O Paulo perguntou: ‘Onde vais?’. ‘Com as colegas do trabalho, reunião de equipa’. Mentira fácil, mas o estômago revirou-se. Pus a aliança mesmo assim – contraste delicioso. Saí maquilhada, saia justa, saltos.

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No restaurante do Chiado, vinho tinto, olhares quentes. Depois, discoteca no Bairro Alto, corpos colados na pista. Copos a mais, eu tonta. ‘Não conduzo assim’, disse. ‘Fica em minha casa’, propôs o Rui. ‘Só se não tentares nada esta noite. Prometes?’. ‘Juro, o meu estúdio é pequeno, só uma cama. Eu durmo no chão com uma coberta’. Ri-me, excitada pela promessa frágil. Chegámos, tirei o vestido, fiquei só de t-shirt fina e calcinhas de renda preta. Ele no chão, eu na cama. Luz apagada. Senti o cheiro dele, masculino, perto demais. O coração batia forte, a cona já húmida. Virei-me, mão desceu devagar. Toquei por cima do tecido, clitóris inchado. ‘Não posso…’, pensei, mas o risco… o Paulo em casa, a acreditar na mentira. Durmi pouco, sonhos molhados com o Rui.

O Segredo que Começou na Feira das Pulgas

Ao amanhecer, luz branca filtrava as cortinas. Acordei suada, excitada. Ele parecia dormir no chão. Precisava descarregar. Levantei o t-shirt, expondo os seios firmes. Calcinhas de lado, dedo médio na cona ensopada. ‘Ah…’, gemi baixo, roçando o clitóris. Movimentos lentos, depois rápidos. Dois dedos dentro, fodendo-me devagar, sucos a escorrer. O cheiro do meu tesão enchia o quarto. Acelerei, mamilos duros, mordi o lábio. ‘Rui… fode-me…’, sussurrei sem querer. Senti movimento. Ele ergueu a cabeça, olhos fixos em mim. Parei um segundo, coração em pânico. ‘Desculpa… não resisti’. Mas ele sorriu, pau duro saliente nos boxers. ‘Quebra-se a promessa’, murmurou, subindo para a cama. As mãos dele nas minhas coxas, boca no clitóris. ‘Estás tão molhada, Inês’. Lambeu voraz, língua dentro, chupando os lábios. Eu gemi alto, ‘Mais… fode-me agora!’. Ele tirou os boxers, caralho grosso, veias pulsantes. Posicionei-me de quatro, aliança brilhando no dedo enquanto guiava-o. Entrou de rompante, ‘Caralho, que apertada!’. Fodia forte, bolas a bater no cu, eu empurrava para trás. ‘Mais rápido, tenho de ir!’. Mão dele no clitóris, dedada no cu. Gozei primeiro, cona a contrair, esguichos no lençol. Ele grunhiu, ‘Vou gozar!’, enchendo-me de porra quente, a escorrer pelas coxas. Caímos ofegantes, suor misturado.

Vesti-me a correr, beijo rápido. ‘Isto fica entre nós’. Saí, pernas trémulas, cona latejante com o sêmen dele. Voltei a casa, Paulo ainda dormia. Chuveiro quente, lavei o pecado. Almoço em família, sorrisos falsos. Mas por dentro… eufórica. O segredo arde, a aliança pesa delicioso. Quando? Da próxima vez, arrisco mais. Esta dupla vida… vicia-me.

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