Eu sou a Maria, 42 anos, casada há 15 com o João, dois filhos, casa em Lisboa, emprego estável como secretária num hospital. Vida perfeita, não? Aliança no dedo, fotos da família na secretária, sorrisos no jantar de família. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Culpa? Um bocadinho, sim. Mas o tesão ganha sempre.
Tudo começou com o carro da minha mãe. Avariado, motor fundido, ela sem dinheiro. Eu conheci o António, mecânico, pai duma amiga da minha filha. Ele disse: ‘Eu trato, só peças, por amizade.’ Beleza, pensei. Mas no fundo, vi o olhar dele. Fui com ele buscar o carro à casa dela, remoqué. Saímos antes do João chegar do trabalho. Jantarzinho lá, vinho, risos. Partimos tarde, 22h. Coração já a bater forte. 50km até casa, mas com ele… o ar mudou.
O Segredo que Começou com um Favor
Na autoestrada, ele para num terreiro escuro. ‘Verifico o atrelado’, diz. Volta, tira casaco, suor a brilhar. ‘Tu sabes que me gustas desde sempre, Maria.’ Tenta beijar-me, eu recuo. ‘António, sou casada, tu também. Obrigada pelo favor, mas…’ Ele insiste: ‘Penso no que vou fazer no sábado todo o dia no motor. Podias ser simpática.’ Silêncio. Eu penso na mãe, no carro, no João a dormir em casa. ‘Ok… só desta vez. Ninguém sabe.’ Culpada? Sim. Excitada? Muito. Mão no volante a tremer, aliança fria contra a pele quente.
Ele não perde tempo. Desabotoa calças, caralho duro, grosso, veias saltadas. ‘Chupa-me, Maria.’ Eu abaixo-me, boca aberta, saliva a escorrer. Engulo devagar, depois rápido, língua na cabeça, bolas cheias. Ele geme baixo: ‘Assim, caralho, que boca gulosa.’ Dez minutos, sinto-o pulsar, goza na garganta, quente, salgado. Engulo tudo, olho para ele com culpa e fogo nos olhos. ‘Agora fode-me’, sussurro. Ele ri, deita-me no banco comprido. Saia subida, cuecas de lado, cona molhada já. Entra de rompante, fundo, rápido. Bancos a ranger, corpo suado colado ao meu. ‘Mais forte!’, peço, unhas nas costas dele. Coração aos saltos, penso: e se passa um carro? E se o João liga?
O Sexo Urgente e o Regresso a Casa
Muda posição. Ele senta, eu monto. Pega na crema Nivea do bolso – o safado planeou! – e unta-me o cu. ‘Quero aqui.’ Eu hesitei um segundo, mas o risco… ai, o risco. Agarro o caralho, guio para o buraco apertado, desço devagar. Dói bom, estica-me toda. Ele pelas ancas: ‘Enfia tudo, Maria, enfia!’ Subo e desço, abdos a queimar, mão no para-brisas embaçado. Gemidos abafados, suor a pingar. Gozo primeiro, cona a contrair, grito preso. Ele explode no cu, jatos quentes, corpo a tremer. Saímos ofegantes, cheiro a sexo no ar.
Ele deixa-me em casa, carro da mãe estacionado quieto. Subo descalça, João dorme. Deito-me ao lado, aliança a roçar na pele dele, cu a latejar, cona inchada. Lavo-me depressa no banho, mas sinto-o ainda. Culpa? Pouca. Mais o frisson: segredo meu, só meu. Amanhã sou a esposa perfeita, profissional impecável. Mas à noite, penso no António, no risco, e toco-me devagar. Esta dupla vida… vicia. Quero mais.