Chamo-me Ana, tenho 42 anos, sou advogada numa vila pequena no interior de Portugal. Vida perfeita: marido fiel, António, casa impecável, clientes respeitáveis. Mas… há um segredo. Tudo começou no café-tabacaria da praça. O Pedro, 19 anos, olhos famintos, corpo atlético. Ele serve o café com um sorriso que me derrete. Eu, de aliança a brilhar no dedo, finjo ler o jornal, mas sinto o coração a martelar. ‘Mais um pastel de nata?’, pergunta ele, mão a roçar a minha. Eu corava. ‘Sim… por favor.’ Noites em casa, António dorme, eu penso nele. Masturbo-me devagar, imaginando as suas mãos jovens na minha cona molhada. Culpa? Sim, um pouco. Mas o desejo vence. Uma tarde, loja vazia, ele sussurra: ‘Ana, sonhei contigo esta noite.’ Eu tremia. ‘Não deves dizer isso, sou casada.’ Mas aproximo-me, sinto o cheiro dele, masculino, fresco. A aliança pesa no dedo enquanto toco o braço dele. ‘E se o teu marido souberse?’, ri ele. ‘Não vai saber.’ A tensão cresce. Dias de olhares, toques ‘acidentais’. Eu minto ao António: ‘Vou ao tribunal.’ Na verdade, passo pelo café. Coração aos saltos, medo e excitação. Ele manda mensagem: ‘Hoje, atrás da padaria, 15h. Rápido.’ Eu vou. O risco… ai, o risco me excita tanto.
Entro na roulotte atrás da padaria, porta range. Ele tranca. ‘Ana, finalmente.’ Puxa-me para si, beijo faminto, línguas a dançar. Sinto o caralho dele duro contra a minha barriga. ‘Tira a saia’, ordena. Eu obedeço, aliança fria no calor da pele. Ele ajoelha, afasta as cuecas, língua na cona. ‘Estás tão molhada, puta casada.’ Gemo alto, mãos no cabelo dele. ‘Chupa-me bem, Pedro.’ Ele lambe o clitóris, dois dedos dentro, fodo a boca dele. Levanto-o, abro a braguilha. Caralho grosso, veias pulsantes. Engulo, chupo voraz, bolas na mão. ‘Assim, Ana, engole tudo.’ Ele geme, fode a minha boca. Não aguento. ‘Fode-me agora.’ Debruço-me na mesa, ele entra de rompante na cona. ‘Que cu apertado tens.’ Não, a cona primeiro. Pauzadas fortes, tapa na bunda. ‘Grita, mas baixo, senão ouve-se.’ Eu mordo o lábio, unhas na madeira. ‘Mais rápido, enche-me de porra.’ Ele vira-me, pernas na mesa, fode como animal. Sinto o orgasmo vir, cona a contrair. ‘Gozo, Pedro!’ Ele explode dentro, porra quente a escorrer. Cinco minutos, suor, cheiro de sexo. ‘Vai, antes que o teu marido chegue.’ Beijo rápido, arranjo a saia.
O Segredo que Começou no Café da Vila
Volto a casa, pernas trémulas, cona latejante com a porra dele. António: ‘Onde estavas?’ ‘No escritório, papelada.’ Sorrio, aliança brilha inocente. No banho, toco-me outra vez, lembro o caralho na boca, o risco. Culpa? Pouca. Excitação total. Dupla vida: de dia, senhora respeitada; de noite, puta secreta. O segredo me consome, mas adoro. Amanhã, mais. Ele manda: ‘Cuecas vermelhas amanhã?’ Eu: ‘Sim, e sem elas por baixo.’ O coração acelera de novo. Esta adrenalina… não largo.