Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o Pedro, advogado certinho em Lisboa. Vida perfeita: casa em Cascais, dois filhos, carreira como gerente de banco. Ninguém suspeita. Mas tenho uma dupla vida. O Rui, 55 anos, o meu amante grego-português, barba de três dias, peito largo e peludo que me enlouquece. Ele sabe proteger-me, abraçar-me forte. Ontem, menti ao Pedro: ‘Almoço com colegas no Porto’. Saímos de carro pela nacional, evitando autoestradas. Coração a bater forte, a aliança no dedo esquerdo a brilhar ao sol de abril.
Olho-o ao volante. Cabelo curto grisalho nas têmporas, nariz aquilino, peitilho aberto na camisa. Sinto o cheiro dele, muscado, sem duche matinal, suor da noite passada. Ele sorri perverso, desabotoa a camisa toda. Peitos peludos, mamilos duros, pilinha semi-rija no boxers. ‘Gostas?’, diz. ‘Para de me provocar’, respondo, mas a cona já molha. Desabotoo o meu vestido, sutiã solto, mamas ao ar. Ele ri: ‘Puta safada’. Mão dele na minha coxa, subindo. Paro-o: ‘Cuidado, Rui, e se passa um carro?’. ‘Melhor, mais risco’. O coração acelera, adrenalina pura. Ele vira para uma estrada secundária, rumo a um bosque escuro.
O Segredo que Me Consome
Paramos no meio do nada, motor desligado. Beijo feroz, barbas a arranhar-me os lábios. Línguas enroscadas, gosto salgado. Ele puxa-me o vestido todo, eu arranco-lhe as calças. Pilinha grossa, anel de metal na base, bolas pesadas peludas. Chupo o prepúcio, lambo o glande rosado, sujo de pré-gozo salgado. Ele geme: ‘Assim, vadia, engole tudo’. Engasgo, mas forço até à garganta. Ele agarra-me a cabeça, fode-me a boca. ‘Vou gozar!’, avisa. Jatos quentes na boca, engulo, mango no paladar. Beijo-o depois, partilhamos o resto.
O Prazer Proibido na Estrada
Não paramos. Saímos nus para a colina, erva macia ao sol. Ele deita-me, lambe-me as mamas, pica os mamilos. Dedos na cona molhada, depois no cu. ‘Queres no cu, safada?’. ‘Sim, fode-me forte’. Cuspe na mão, lubrifica a pilinha. Vira-me de quatro, mete de repente. Dor boa, distende-me toda. Bate na próstata… espera, no meu ponto G anal. Geme alto, eu grito: ‘Mais, Rui, enche-me!’. Ele labuta, suor a pingar, bolas a bater nas minhas. Sinto-o pulsar, goza dentro, esperma quente a escorrer. Eu viro, masturbo-me furiosa, gozo a jorros na erva, ele lambe tudo.
Desabamos, ofegantes. Dormitamos um bocado. Acordo com o sol mais baixo. ‘Tenho de voltar, Pedro espera’. Vestimo-nos a correr, cheiro a sexo no carro. Ele beija-me: ‘Até à próxima, minha puta secreta’. Volto a casa, janto normal, beijo o Pedro. Aliança no dedo, cu a latejar com o esperma dele dentro. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, mais um dia de boa esposa. Mas já penso no próximo risco. Esta dupla vida é o meu vício.