Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Casada e as Aventuras Proibidas

São dez horas, o sino da igreja chama para a missa. Acabei de beijar os meus pais, levei compras, como todos os domingos. Entro na minha Clio, tranco as portas – vi na TV aqueles ladrões que assaltam mulheres. Aceno um adeus e arranco para casa, a dez quilómetros, onde o António, o meu marido, e os miúdos preparam o almoço. Passo pelo estádio de futebol e… páro o coração. Ali está ele, o Gonçalo, com o saco de desporto aos pés, ao telemóvel. Short de treino, camisola da equipa local. Há um mês, ele foi o meu primeiro erro delicioso.

Baixo o vidro. ‘Gonçalo! Entra, levo-te!’ Ele reconhece-me, sorri nervoso, atira o saco para trás e senta-se ao lado. As mãos tremem no volante. ‘O que fazias aqui?’ pergunto, voz baixa. ‘Treino de futebol, ia ligar ao pai.’ Olho para as pernas dele, musculosas. Ele olha para as minhas, a saia curta subiu. ‘Pensaste em mim?’ ‘Sim…’, murmura ele. Meu corpo aquece, a cona já humedece. Aperto as coxas. Estamos quase a chegar, não posso deixá-lo ir assim.

O Encontro que Acelerou Meu Coração

Tiro a mão do volante, ponho na coxa dele. Carne firme, pele macia. Ele treme. Subo devagar, entro no short, sinto o caralho endurecer no cueca. ‘Queres-me?’ ‘Quero tanto…’ Respiro fundo, o anel no dedo roça a pele dele – culpa, mas excitação pura. Ele toca-me o joelho, sobe pela minha perna, entra na saia. Dedos no calor da minha cona. ‘Tens cinco minutos? Queres parar?’ ‘Sim, por favor.’ Viro para o chantier ali perto, domingo vazio, perfeito para o risco.

Estaciono num canto escondido. Ele empurra a cueca, enfia dois dedos na minha cona encharcada. ‘Assim… devagar, caralho, que bom!’ Gemo, fecho os olhos, os peitos doem nos soutiens. Desabotoo a blusa, libero as tetas, aperto os mamilos duros. Ele fode-me com os dedos, a cona escorre. Gozo forte, puxo a cabeça dele para as tetas, aperto as coxas nos dedos dele. ‘Foi incrível… agora eu.’ Baixo o short dele, chupo o caralho latejante, olho pela janela – e vejo-o. Um tipo, Pedro acho, maçon do chantier, a masturbar-se furiosamente, caralho gordo na mão.

O Êxtase no Chantier e o Retorno à Rotina

Não paro. Chupo mais forte, lambo o glande, aperto as bolas cheias. Ele goza na minha boca, engulo tudo, salgado e quente. O voyeur ejacula na porta, jatos grossos na vidro. Tremi de tesão. Limpamos-nos às pressas, deixo-o perto de casa, limpo o esperma da porta com um pano – coração a mil, medo e prazer.

Chego a casa atrasada. ‘Onde estavas?’ ‘Acidente na estrada, engarrafamento.’ Almoçamos, falo pouco, penso no Gonçalo, no Pedro a gozar por mim. À tarde, os miúdos saem com a minha Clio. Fico sozinha com o António. Sirvo-lhe conhaque, ele apalpa-me as coxas. ‘Estás molhada…’ Enfia dedos na cona, fodo a mão dele. ‘Quero-te agora.’ monto nele no sofá, cavalgo o caralho grosso. Gozo rápido, mas ele não. Viro-me, guio para o cu – adoro isso, dói e explode. Ele fode-me o cu apertado, goza dentro, eu gozo de novo.

De volta à rotina, lavo a louça, sorrio para todos. Ninguém sabe. Meu segredo queima, o risco de ser apanhada… faz-me querer mais. Amanhã, volto ao trabalho, esposa perfeita. Mas à noite, sonho com o próximo.

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