Minha Confissão: A Noite Proibida com a Colega e Meu Marido

Chamo-me Teresa, tenho 40 anos, casada com o Pedro há 15, dois filhos, gerente num banco em Lisboa. Aos olhos de todos, sou a mulher perfeita: família unida, carreira sólida, jantares em casa. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o segredo, o risco de ser apanhada. O meu anel no dedo brilha enquanto a mão de um amante me apalpa. É isso que me faz pulsar.

Há meses que reparo na Sofia, a minha colega. Vive sozinha, sempre elegante mas triste. Conversamos de tudo, menos de sexo. Eu sei que ela sofre com a solidão. O Pedro satisfaz-me, mas eu quero mais. Depois de um almoço regado a vinho, a ideia surge: oferecer-lho. A ele, nu debaixo da djellaba que compramos no Marrocos. Convenci-o ao jantar: “Imagina, ela nua, gemendo no teu pau. Eu vejo tudo.” Ele endureceu na hora. Marcamos para ontem.

O Plano Secreto e a Tensão do Dia a Dia

Todo o dia no trabalho, o coração batia forte. Sorria para a Sofia, imaginando-a de pernas abertas. “Vens jantar? O Pedro vai cozinhar.” Ela aceitou, olhos curiosos. Em casa, visto-me: saia curta sem cuecas, top de seda sem sutiã, saltos. Pedro só a djellaba. Sinto a humidade entre as pernas só de pensar. Culpa? Pouca. Excitação? Enorme.

Ela chega linda: botas altas, saia justa, decote generoso. Aperitivo. Eu abaixo-me para os glaçons, mostro-lhe a cona depilada. Ela cora mas olha. Pedro serve, a pica balança visível. Conversa banal vira quente: naturismo, masturbação. “Tu tocas-te?”, pergunto. “Sim… mas sinto culpa”, admite ela, voz trémula. “Eu adoro, vibro a cona até explodir”, digo, abrindo as pernas debaixo da mesa. O ar fresco na pele molhada… uff.

No sofá, Pedro acaricia-me o peito, belica os mamilos. Eu agarro-lhe a pica pela djellaba, faço-a inchar. Sofia fita, pernas cruzadas mas inquietas. Eu exponho um peito, abro as coxas: cona aberta, latejante. Ela suspira, mão na saia. “Posso… tocar-me?”, pergunta, voz rouca. “Faz!”, digo. Ela enfia a mão nas cuecas, tira uma teta gorda, belica o mamilo escuro. Geme alto, chora de alívio.

Levanto-me, despejo-a. Corpo voluptuoso: mamas pesadas, pilinha preta farta, coxas grossas. “Ele é teu”, digo, guiando a mão dela à pica do Pedro, dura como ferro, veias pulsantes, cabeça roxa inchada. Ele empurra-a contra si, mama dela no peito dele. Eu por trás, aperto as tetas dela, desço à cona encharcada – lábios babados, clítoris enorme. Ela treme.

O Êxtase Proibido e o Regresso à Rotina

Deito-me no chão, ela de joelhos sobre mim, Pedro fode-a por trás. Agarro a pica grossa, esfrego na entrada dela, cheiro a mel. “Vai, fode-a!”, mando. Ele entra devagar, cm a cm, cona dela estica, sucos escorrem no meu nariz. Ela camba, “Ai, caralho, é enorme!”. Ele acelera, pistão selvagem: pau todo fora, brilhante, todo dentro, bolas batem na pilinha dela. Eu pino mamilos dela, ela grita “Fode-me forte!”. Goza aos solavancos, cona contrai no pau dele, jatos quentes no meu rosto.

Ela cai, Pedro sai, pica latejante. “Chupa-o”, digo. Ela rasteja, boca gulosa: lambe o caralho melado, engole até à garganta, baba escorre. Ele fode a boca, explode: porra farta na goela, transborda nos queixos, pinga nas tetas. Eu, de pé sobre ela, abro a cona: “Vê como me molhaste”. Dedos furiosos no clítoris, gozo rugindo, esguicho nela.

Champanhe depois, nus no sofá. “Volta quando quiseres”, diz Pedro. Ela ri, “Da próxima, na minha casa”. Veste-se sem cuecas, só saia e camisa. Beijos na porta, ela vai, nua debaixo do casaco.

Volto à cama com Pedro, fodo-o outra vez. Amanhã, no banco, sorrio para Sofia como se nada. O segredo queima: sou a senhora perfeita… e a puta secreta. O risco? Viciante. Já planeio a próxima.

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