Eu sou a Maria, 38 anos, advogada em Lisboa, casada há 12 anos com o João, vida perfeita por fora: casa bonita, filhos na escola, jantares em família. Mas por dentro… ai, por dentro eu queimo. Adoro o segredo, o coração acelerado, o medo de ser pega. Minha aliança brilha no dedo enquanto eu aperto a mão de um amante. Ontem à noite, no hotel de luxo perto do aeroporto, tudo explodiu de novo. Eu disse ao João que era uma conferência de trabalho, mas trouxe duas amigas… as minhas amantes secretas, a Ana e a Paula, corpos perfeitos que me deixam louca. Ele adormeceu cedo na suite enorme, exausto da viagem. Eu? Desci à receção, vi a Estelle, a francesa linda de olhos ardentes. Ela me reconheceu do check-in, sorriu maliciosa. ‘Precisa de algo, senhora?’ Eu pisquei: ‘Sim, preservativos. Grande tamanho.’ Ela riu baixo, entregou pessoalmente na porta da suite às 2 da manhã. Meu coração batia forte, o João podia acordar a qualquer momento.
Eu abri a porta de robe, tentando esconder a excitação. Estelle entrou, plateau na mão, olhos nos meus seios semiabertos. ‘Ouvi gemidos…’, sussurrou. Da quarto ao lado, gemidos das minhas meninas – Ana e Paula já se tocavam, esperando. Eu hesitei: ‘Entra rápido, antes que o meu marido acorde.’ Ela fechou a porta, sorriu safada. Tirei o robe, nua, aliança reluzindo contra a pele suada. Ela arregalou os olhos: ‘Você é casada?’ Toquei o peito dela: ‘Sim, e isso me excita mais.’ Ana e Paula surgiram nuas, corpos esculturais, seios firmes, bundas redondas. Estelle congelou, depois lambeu os lábios: ‘Meu Deus, que festinha.’ Eu a beijei primeiro, língua faminta, mãos na saia dela. ‘Tira tudo’, ordenei, voz rouca. Ela obedeceu, calcinha encharcada caindo. Minha cona latejava, molhada só de risco.
O Início do Meu Segredo Proibido
Puxei-a pro sofá, Ana ajoelhou atrás, lambendo minha bunda enquanto eu chupava os peitos dela. Paula enfiou dedos na cona da Estelle, que gemia alto: ‘Fode-me, porra!’ Eu peguei uma camisinha, rolei na minha mão – não, esperei. Estelle viu minha aliança na luz fraca: ‘Casada safada…’ Riu, excitada. Deitei-a no sofá, montei na cara dela, cona no boca: ‘Lambe, lambe fundo!’ Ela obedeceu, língua girando no clitóris, eu gemia abafado, mão na boca pra não acordar o João. Ana pegou um pau falso enorme da mala – nosso brinquedo secreto – enfiou na Estelle brutal: ‘Toma, puta!’ Estelle gritou no minha cona, corpo tremendo. Eu me virei, 69 com ela, chupando sua cona melíflua enquanto Paula fodia minha bunda com dedos. ‘Mais rápido!’, urrei baixo. Estelle gozou primeiro, jatos na minha boca, corpo convulsionando: ‘Aaaah, caralho!’ Eu vim em seguida, esguichando na cara dela, coração no peito como tambor.
O Prazer Explosivo e o Risco Máximo
Não parámos. Paula sentou na cara da Estelle, Ana lambeu minha cona ainda pulsando. Estelle, recuperada, pegou o pau falso: ‘Quero foder vocês todas.’ Riu vulgar. Eu me deitei de quatro, ela enfiou em mim por trás, forte, bundas batendo: ‘Sente meu pau na tua cona casada!’ Gemi: ‘Mais, fode-me como puta!’ Ana chupava meus peitos, Paula masturbava o clitóris da Estelle. Gozei de novo, pernas tremendo, mordendo o braço pra silenciar. Ela veio dentro da camisinha, gritando baixo. Depois, trocámos: eu fodi a Estelle com o pau falso, Paula lambia minha cona por baixo, Ana na boca dela. Orgia rápida, suada, cheiro de sexo no ar. Gozámos em cadeia, corpos colados, sussurros: ‘Silêncio, o marido…’
Às 3h30, Estelle vestiu-se, beijou-nos: ‘Levem-me convosco?’ Ri nervosa: ‘Não dá, mas volta quando quiseres.’ Ela saiu sorrateira. Limpámos tudo, perfume no ar disfarçado. Voltei pra cama, João dormia pesado. Deitei ao lado dele, cona dolorida, aliança fria no dedo. Culpa? Pouca. Excitação sim, enorme. Amanhã vôo pras Caraíbas – férias ‘familiares’, mas levo as meninas no pack. Meu segredo pulsa, o risco me faz viva. Ninguém sabe, e isso me molha só de pensar. Quem diria que a senhora perfeita é esta viciada em foda proibida?