Confissão: Minha Dupla Vida e a Orgia Secreta que Quase Me Destruiu – Parte 6

Estava há quinze dias sem notícias do Pierre e da Annie. Meu coração apertava só de pensar. E se aquela primeira noite não tivesse sido suficiente? Eu, casada com o João, gerente de banco de dia, mãe exemplar… mas à noite, puta safada precisando de rola. Quinta-feira, o telefone tocou. Era ele.

“Ei, amorzinha, amanhã à noite?” A voz rouca me deixou molhada na hora. “Amanhã? Eu… arranjo um jeito.” Menti pro João que ia sair com as meninas do trabalho. Ele nem piscou. Beijei ele com a aliança brilhando no dedo, mas minha buceta latejava pelo proibido. Toda a sexta, o coração martelava. E se ele descobrisse? Esse risco… ai, me excita tanto.

O Segredo que Me Consome

Cheguei às 20h, nervosa, mas louca de tesão. Annie abriu a porta de shortinho de couro preto, curtíssimo, mostrando metade da bunda empinada. Sutiã apertado empinando as tetas enormes, nuisette transparente por cima. “Marc, que saudades!” Ela me beijou na boca, língua quente. Pierre atrás: “Beija na boca agora?” Ela riu: “Vamos foder a noite toda, relaxa!”

Girou, exibindo. “Gostas? Pierre comprou pra mim.” Meu pau endureceu. “Estás uma delícia, Annie. Faz um paraplégico subir paredes.” Champagne gelado no copo. Ela pegou meu braço, levou pro sofá. “Quero te mostrar meus progressos… no cu.” Riu safada. Pierre apertou a bunda dela: “Olha este rabo, pronto pra uma boa pica o foder. Verdade, minha putinha?” “Graças ao Marc também,” piscou pra mim.

Ela ajoelhou, abriu minha calça. Meu caralho meia-bomba na mão dela, masturbando devagar. Pierre: “Prefere isso ao champanhe, hein?” Ela encheu a boca de espumante, sem engolir, e engoliu meu pau. Frio do champanhe e quente da boca… gemi alto. Língua no prepúcio, sugando tudo. Pierre tirou o dele, duro. Ela trocou, champanhe escorrendo nos cantos da boca. Eu me despia, olhando a raba dela aberta pelo short.

Zim! Campainha. “Minha surpresa!” Annie sumiu e voltou com Natacha, morena alta, só de guêpière rosa, tanga minúscula, meias. Nós, pelados, murchamos de vergonha. Ela riu, pegou meu pau mole: “Só isso que eu causo?” Annie beijou ela forte, línguas se enroscando. Tetos roçando, mãos na buceta. Meu pau reviveu. Pierre lambeu o cu dela, eu Annie por trás, roçando na bunda.

O Êxtase Proibido e o Retorno

Desatei o short dela, pele nua na minha pica. Tirei o sutiã, tesão nos mamilos duros. Pesados, firmes. Pierre fodeu Natacha de pé. Annie: “Lambe nossas bucetas.” Sentei, duas conas na cara. Língua voando, fedendo a tesão. Dedo no cu dela, abrindo. Ela gemeu: “Senta no sofá, quero tua pica no cu.”

Encaixei, devagar. Resistiu um pouco, mas engoliu tudo. Natacha lambeu a buceta dela enquanto Pierre via. Eu sentia contrações. Ela gozou gritando: “Fode meu cu!” Gozei fundo no reto dela, jatos quentes. Limpou com a língua depois, meu porra saindo do cu.

Agora DP em Natacha. Ela cavalgou Pierre, eu no cu. Duas picas se roçando pela parede fina. “Fode-me os dois buracos!” Gemeu. Sincronizamos, bombando forte. Ela gozou tremendo, sufocada. Depois, minha vez. Pierre no cu, Marc na buceta. “Não mexam, sintam no fundo.” Ondulei, eles aceleraram. Gozei como nunca, morri de prazer. Jet de porra nos dois buracos. Apaguei.

Acordei com tapas leves. “Ana, volta!” Sorri fraca. Brindamos. Voltei pra casa às 2h, pernas moles. João dormia. Tomei banho, aliança no dedo, cheiro de sexo no corpo. Deitei, toquei a buceta inchada. O segredo… o risco de ser pega… me fez gozar de novo. Amanhã, vida normal. Mas já quero mais.

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