Eu sou a Ana, portuguesa em Paris há dez anos. Casada com o João, engenheiro certinho. Vida perfeita: apartamento chique no 16º, brunch aos domingos, trabalho numa boutique de joias na Place Vendôme. Todo mundo me vê como a esposa ideal, profissional impecável. Mas… ai, meu Deus, ninguém sabe do Paulo. O pintor de Montmartre. Nosso caso começou há meses, num dia de chuva. Ele me olhou como se eu fosse a musa dele. E eu? Eu me entreguei.
Hoje mesmo. Saí do trabalho às 18h, coração batendo forte. A aliança no dedo esquerdo brilha sob as luzes da rua. Penso no João esperando em casa, o jantar pronto. ‘Como foi o dia, amor?’, ele vai perguntar. Mas eu já sinto a umidade entre as pernas. O atelier do Paulo fica num beco escondido, perto da Sacré-Cœur. Risco total: e se alguém me vê entrar? E se o João liga? Eu ando rápido, salto alto clicando no chão molhado. Cheiro de tinta e sexo antigo no ar. Hesito na porta. ‘Não devia…’, penso. Mas bato. Leve. Ele abre, olhos famintos. ‘Ana… finalmente.’ Puxa-me pra dentro, porta bate. Mãos grandes, cheirando a óleo de linhaça, apertam minha bunda por cima da saia lápis. ‘Tens saudades do meu caralho?’, sussurra no meu ouvido. Eu gemo baixo. Sim. Muito.
A Rotina Rangée e o Desejo que Consome
Não há tempo pra preliminares longas. Urgência pura. Ele me empurra contra a mesa bagunçada de telas. Levanto a saia, calças de renda pretas já encharcadas. ‘Olha como estás molhada, puta casada’, ri ele, dedo roçando o clitóris. Eu tremo. Coração explode no peito. Tirei a blusa, sutiã de renda voa. Seios livres, mamilos duros como pedras. Ele chupa um, forte, mordendo. ‘Ai, Paulo… devagar…’ Mas não quero devagar. Quero tudo agora. Desabotoo a calça dele, pau sai saltando, grosso, veias pulsando. Vejo a aliança no meu dedo enquanto agarro aquela rola quente. Contraste louco: símbolo do casamento na mão que mama o caralho do amante. Ele geme. ‘Chupa, Ana. Mostra como és safada.’ Ajoelho, boca aberta, engulo até a garganta. Saliva escorre, barulho molhado. Ele fode minha boca, mãos no cabelo. ‘Boa menina… assim…’. Levanto, viro de costas. ‘Fode-me agora. Rápido, antes de eu ir pra casa.’ Ele não espera. Empurra a calcinha pro lado, caralho entra na cona de uma vez. Ploc! Cheio. Estico toda. ‘Caralho, estás apertadinha hoje…’, rosna. Bomba forte, mesa range. Cada estocada bate no colo do útero. Suor escorre, cheiro de sexo invade o ar. Eu gozo primeiro, cona apertando, pernas tremendo. ‘Porra, Paulo… tô a gozar!’ Ele acelera, bolas batendo na minha bunda. ‘Vou encher-te de porra, vadia.’ Sinto o jorro quente dentro, enchendo-me. Pulsa. Quase desmaio de prazer.
Puxamos roupa às pressas. Porra escorre pela coxa, limpo com lenço. Beijo rápido, molhado. ‘Volta logo, amor secreto.’ Saio, pernas bambas, maquilhagem borrada. Rua lotada, ninguém suspeita. Volto pra casa, João abre a porta. ‘Demoraste, tudo bem?’ Sorrio, beijo na bochecha. ‘Trânsito louco.’ Janto normal, conversamos do dia. Mas eu sinto a porra dele ainda dentro, cona latejando. Culpazinha? Pouca. Excitação total. Essa dupla vida… o risco de ser apanhada… é o que me faz viva. Amanhã? Já quero mais. Meu segredo arde. E eu adoro.