Confissão de uma Portuguesa Casada: A Minha Dupla Vida de Prazer Proibido

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, um homem bom, mas tão previsível. Trabalho como contabilista numa firma em Lisboa, chego a casa às 19h, faço jantar, vejo TV. Vida perfeita, dizem. Mas por dentro, eu queimo. Adoro o segredo, o coração aos pulos, o medo de ser descoberta. A aliança no dedo brilha enquanto penso no próximo risco.

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Ontem, menti ao João: ‘Reunião com cliente até tarde, chego mais logo.’ Ele nem piscou. Dirigi até um hotel discreto em Cascais, quarto simples, paredes bege, cama grande com lençóis frescos. Pus o ar condicionado no máximo, calor a ferver como o meu desejo. Esperei, 19h30. Ele ia aparecer? Tínhamos falado por app, anónimo, só fotos de corpos. Eu, curvas maduras; ele, rapaz de 25, atlético, de Setúbal. ‘Vem depressa’, mandei. O meu clitoris latejava só de imaginar.

O Mentiroso que Me Libertou

Olhei o relógio. 19h45. Liguei a TV, um anúncio idiota de champô. Batidas leves na porta. Abri, coração na garganta. Era ele, o Miguel, alto, cabelo escuro, olhos famintos. Mais novo do que pensei, mas com um pau que se via na calça justa. ‘Ana?’, perguntou, voz rouca. ‘Entra, rápido.’ Fechei a porta, trancando. A aliança roçava a dele quando nos tocámos. ‘Tens pressa?’, sorri, culpada mas molhada.

Sentámo-nos na cama. Falei da minha vida chata, ele das namoradas que não o satisfazem. ‘Quero-te agora’, disse ele, mão na minha coxa. Hesitei, o risco… mas o desejo venceu. ‘Despir-te para mim primeiro.’ Ele obedeceu, pau duro, grosso, veias pulsantes. Sentei-me na cadeira, pernas abertas, saia subida. Tirei as cuecas de renda preta, cona já ensopada. ‘Masturba-te, devagar.’ Ele agarrou o caralho, subia e descia, gemendo. Eu abri os lábios, dedos no clitóris, círculos rápidos. ‘Mais forte, fode a mão como se fosse a minha cona.’ O quarto cheirava a sexo, suor misturado.

O Gozo no Limite do Risco

Ele gemia alto, eu tapava a boca, medo do rececionista. ‘Vem cá’, puxei-o. Chupei a cabeça do pau, salgado, grosso na boca. Ele tremeu. ‘Agora eu.’ Deitei-me na cama, ele entre as minhas pernas. Lambeu-me voraz, língua no cu e na cona, dedos dentro. ‘Vai, fode-me!’ Ele entrou, pau a rasgar, fundo, rápido. Batidas fortes, cama a ranger. ‘Mais, desmonta-me!’ Gozei primeiro, cona a apertar, sumos a escorrer. Ele puxou fora, gozou na minha cara, jatos quentes no nariz, boca, olhos. Lamuri quente, eu lambi os lábios, viciada.

Limpei-me na casa de banho, espelho embaciado. ‘Foi brutal’, disse ele, ofegante. ‘Volto na semana?’, perguntei, vestindo. ‘Se quiseres mandar-me gozar outra vez.’ Beijei-o, saí primeiro. No carro, aliança fria no volante, cara ainda com cheiro a porra. Cheguei a casa às 22h, João dormia. Jantei sozinha, cona dolorida, sorriso culpado. Amanhã sou a esposa perfeita, mas no fundo, sou esta puta secreta. O risco? É o que me faz viva. Mal posso esperar pela próxima mentira.

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