Sou a Ana, 41 anos, portuguesa de gema, casada há 20 anos com o meu marido, um empresário sempre ausente. Por fora, sou a mulher perfeita: profissional organizada, mãe dedicada de três filhos – o Vincent com 12, o Geoffroy com 10 e a Julie com 16. Casa impecável em Lisboa, rotina certinha. Mas… ai, mas por dentro? Eu adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Aquela adrenalina de poder ser apanhada, de sujar tudo. É o meu vício.
Fomos passar o fim de semana de Pentecostes à casa de família perto de Arcachon, na França – herança do meu marido. Chegámos cansados da viagem. Eu, ele, os miúdos mal-humorados que só queriam TV. E surpresa: o meu sobrinho, o João, 23 anos, chega com a namorada nova, a Kelly, estudante gira. Apresentei toda a gente, sorrisos falsos. O meu marido já estava exausto do trabalho, foi tirar sesta. Eu tentei meter ordem: ‘Vincent, ajuda a limpar a casa!’ Ele rebateu: ‘É o teu trabalho, mãe, estou de férias!’ Fugiu para o quarto. Fiquei passada, olhos vermelhos de raiva.
O Segredo Acende na Casa de Família
O João viu tudo. ‘Tia, deixa que eu ajudo no banheiro.’ O coração deu um salto. Ele era alto, forte, daqueles rapazes da faculdade cheios de energia. Fomos para o fundo da casa. Limpávamos as paredes, suados, conversando da vida dele na uni, da minha rotina sufocante. Sentei-me na borda da banheira, exausta. Ele pôs o braço à volta dos meus ombros, gesto amigo. Os caracóis castanhos dele roçavam-me o pescoço, cheiro bom de homem novo. ‘Vocês pareciam felizes na sesta’, disse ele, sorriso maroto. Corou. ‘Ouvi a Kelly gemer…’
Eu ri, mas o nariz dele perto do meu captou o cheiro. Não, era o cheiro dela nele! ‘Ah, percebi o que fizeste à miúda.’ Ele limpou a boca, envergonhado. Abracei-o, maternal. Mas falei do meu marido ausente, das noites vazias. Lágrimas vieram. Ele apertou-me mais. Senti o peito dele contra o meu, os seins pesados a roçar. Olhei para baixo: a aliança no meu dedo brilhava, mas a mão dele já descia para a minha anca. Coração a bater forte, bum-bum. ‘Tia…’, murmurou. E beijou-me. Lento, quente, línguas a dançar. Sal das lágrimas misturado com desejo.
A Foda Rápida e Arriscada no Banheiro
As mãos dele na minha cara, depois no peito. Desabotoei a camisa dele, ele a minha. Os meus seios saíram, grandes, moles das gravidezes, mas ele gemeu: ‘Tão lindos, tia.’ Apalpou-os, mordeu os mamilos duros. Eu agarrei o volume nos calções dele – caralho duro como pedra. ‘Quero-te dentro de mim’, sussurrei, culpada mas louca de tesão. Ele baixou os calções, o pau grande, veias saltadas, pré-gozo a pingar. Eu ajoelhei, chupei gulosa, língua na cabeça, bolas na boca. Ele gemia baixo: ‘Cuidado, a família…’ Mas não parou.
Levantei-me, virei-me, calças abaixo. A cueca molhada de cona pingando. ‘Meter agora, rápido.’ Ele guiou o caralho à entrada da minha cona peluda, quente, aberta. Entrou devagar – ai, que espesso! – preenchendo-me até ao fundo. ‘Fode-me forte’, pedi. Ele agarrou as minhas ancas, bombava rápido, pele a bater. Via no espelho o meu rosto contorcido, boca aberta, olhos fechados. A aliança brilhava enquanto a minha mão apoiava no lavatório, a dele apertava a minha bunda. Dedos no clítoris inchado, a roçar a pelagem ensopada. ‘Vou gozar!’, gritei baixo. Ele acelerou: ‘Eu também, tia!’ Gozei esmagando o pau dele, cona a pulsar. Ele jorrou dentro, quente, cheio. Ficámos ofegantes, colados.
Ele lambeu o pau sujo de mim e dele. ‘Adoro esperma’, ri eu, subindo a cueca para guardar o leite dele dentro. ‘Próxima vez, levo a tua cueca.’ Beijei-o: ‘Vai ser muitas.’ Saí primeiro, arrumei a roupa, rosto corado mas sorriso sereno. Voltei à sala como se nada. Marido acordou, filhos na TV. Dentro de mim, o esperma escorria devagar, lembrete quente. Culpa? Pouca. Excitação total. A minha dupla vida: senhora respeitável por fora, puta secreta por dentro. Mal posso esperar pela próxima. O risco… é o que me faz viva.