Isto aconteceu há uns meses… Eu sou a Ana, casada com o Pedro há 15 anos, vida organizada em Lisboa. Trabalho num escritório, sou a típica senhora respeitável, com aliança a brilhar no dedo. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz o coração bater forte. A Lucinda, a minha amiga de França, antiga colega da Bélgica, anunciou que vinha visitar-nos após a separação do marido. Não a via há anos. Fomos buscá-la ao aeroporto de Lisboa, abraços quentes, ela cheirava a perfume caro e liberdade.
Na nossa casa, instalei-a no quarto de hóspedes. O Pedro preparou o jantar, vinho tinto bom. À mesa, falámos da vida dela, da separação, da minha rotina chata. O vinho soltou as línguas. ‘Ainda não arranjaste um homem para te foder à noite?’, perguntei, com um sorriso maroto. Ela riu: ‘Quero só sexo sem complicações, Ana. Alguém para me comer bem, sem amarrar.’ O Pedro piscou o olho: ‘Eu ajudo, se a Ana deixar.’ Ele adora estas conversas, mas eu… eu queria era ela. Sempre quis. Senti a cona a humedecer só de imaginar. Culpa? Sim, um bocadinho, mas o tesão era maior. A aliança pesava no dedo enquanto eu imaginava as mãos dela na minha pele.
A Tensão do Segredo e o Desejo Proibido
Depois do jantar, o Pedro foi dormir cedo, ‘Deixem-me descansar, divirtam-se’. Ficámos no sofá, sozinhas. O coração batia-me descompassado. ‘Sabes, Lucinda, sempre pensei em ti assim…’, disse eu, voz tremendo. Ela aproximou-se, beijou-me o pescoço. ‘Eu também, Ana. Lembras quando falámos de troca de casais? O meu ex não quis, mas eu…’. As bocas colaram-se, línguas quentes, molhadas. Tirei-lhe o vestido, os seios pequenos mas firmes, mamilos duros como pedras. Pincei-os, ela gemeu baixo. ‘Shh, o Pedro acorda…’, mas isso excitava-me mais. Tirei-lhe as cuecas, a cona peluda, com uns fios grisalhos, já molhada. Cheirava a desejo puro.
Deitei-a no sofá, beijei-lhe as coxas, a pele macia. Abri-lhe as pernas, a cona aberta, lábios inchados. A língua deslizou no clitóris enorme, como um mini-caralho. Ela arqueou: ‘Oh Ana, chupa-me, fode-me com a boca!’. Lambei voraz, suguei o clitóris, meti dois dedos na cona encharcada, fodendo rápido. Ela gozou tremendo, jatos quentes na minha cara. ‘Caralho, que bom… há tanto tempo…’. Agora ela: ajoelhou-se, baixou-me as calças, lambeu a minha cona raspada. ‘Estás tão molhada, traidora safada’. A língua no meu cu, dedos na cona, masturbava-me furiosamente. Gozei mordendo o lábio para não gritar, o corpo a convulsionar.
O Prazer Intenso e o Risco de Ser Apanhada
Não parámos. Esfregámos as conas uma na outra, tribbing molhado, clitos a roçarem. ‘Fode-me mais forte!’, pedia ela. Dedos no cu dela enquanto lambia os mamilos. Gozámos juntas, suadas, ofegantes. Olhei o relógio: meia-noite, o Pedro dorme. Limpei-nos às pressas, beijos culpados.
No dia seguinte, saímos de carro para compras, só nós. No caminho, a mão dela na minha coxa. ‘Ontem foi incrível, mas quero mais’. Parei num canto escondido. Ela baixou-se, chupou-me a cona no banco do condutor, risco de carros passarem. Gozei na boca dela. Depois eu a ela, dedos na cona e cu, lambendo tudo. Voltámos a casa como se nada. O Pedro nem sonha. Sinto a aliança fria, mas a cona quente de memória. Esta dupla vida… vicia. O segredo arde, quero mais. Amanhã ela parte, mas o frisson fica. Sou a esposa perfeita… e a puta secreta.