Dirijo uma empresa com vinte funcionários em Lisboa. Aos trinta e cinco anos, casada com o Pedro há dez, vida organizada, casa bonita, jantares em família com os amigos que já têm filhos. Mas por dentro? Estou a ferver. O Pedro é bom homem, mas a rotina mata-me. Decidi fugir para um hotel-spa em Lagos, Algarve. ‘É um retiro profissional’, menti ao telefone esta manhã. Ele acreditou. Coração a bater forte enquanto guio para sul. Adoro isto, o risco de ser apanhada. A aliança no dedo esquerdo brilha ao sol, lembrete da minha jaula dourada.
Chego às três da tarde. Check-in rápido. Atrás de mim na fila, um homem alto, uns trinta e cinco, olhos famintos. Sorri-me, eu sorrio de volta. Peito acelera. Quarto espaçoso, spa mesmo ali. Visto robe, desço. Espaço vazio, só um casal no jacuzzi distante. Entro no sauna. Calor envolve-me. Pela porta de vidro, vejo-o: entrou no jacuzzi, nu, mão devagar no caralho duro. Olha para mim. Eu abro as pernas no banco, robe solto, mostro as coxas. Ele acelera. Meu deus, casada e aqui, excitada como puta. Saio, ele acena. ‘Gostaste do espetáculo?’, diz baixo. ‘E tu do meu?’, respondo, voz tremendo.
O Segredo Começa a Queimar
Subimos ao quarto dele, terceiro andar como o meu. Porta fecha, ele arranca-me o robe. ‘Mulher casada, hein? Adoro isso.’ Mão dele na minha cona já molhada, eu gemo. Aliança roça o peito dele enquanto agarro a picha grossa. ‘Chupa-me’, ordena. Ajoelho, engulo até à garganta, saliva escorre, bolas na boca. Ele geme: ‘Caralho, que boquete.’ Levanto-me, ele deita-me na cama, pernas abertas. Língua na cona, chupa o clitóris inchado, dois dedos dentro, fodo a mão dele. ‘Estás ensopada, safada.’ Coração dispara, penso no Pedro a ligar. Ele mete a picha na boca, eu chupo voraz.
O Sexo Selvagem e o Risco Máximo
Não aguento. ‘Fode-me agora.’ Ele calça preservativo, vira-me de quatro. Entra de rompante, caralho enorme a esticar-me. ‘Assim, puta casada?’ Bato o cu contra ele, urgente. ‘Mais forte, antes que o meu marido ligue.’ Ele agarra os meus cabelos, fode selvagem, bolas batem na cona. Grito: ‘Vou gozar!’ Corpo treme, cona aperta, esguicho no lençol. Ele vira-me, mama os peitos grandes, mete entre eles, depois de novo na cona. ‘Sinto-te a pulsar.’ Acelera, suores mistos, cheiro de sexo. ‘Goza dentro!’ Ele explode, geme alto. Caímos ofegantes.
Dou-lhe o número falso. ‘Foi incrível, mas tenho de ir.’ Visto-me rápido, cona ainda a latejar, esperma a pingar. Desço, spa lota. Volto ao quarto, chovo, maquilhagem perfeita. Domingo à noite, Pedro busca-me no aeroporto. ‘Como foi o retiro?’ ‘Perfeito, amor.’ Beijo-o, sinto o thrill. Aliança limpa, mas memória da picha dele na cona… Meu segredo. Amanhã, reuniões, empresa. Mas à noite? Já penso no próximo risco. Sou viciada nisto. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais.