Confissão: A Minha Dupla Vida com o Rapaz da Padaria

Eu sou a Maria José, 35 anos, casada com o Paulo há dez. Trabalho na câmara municipal, sempre de saia comprida preta, óculos redondos, cabelo preso. Pareço a freira da repartição. Ninguém imagina. Em casa, jantares calmos, contas pagas, cama morna. Mas por dentro… ai, por dentro queimo.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Há semanas, o sobrinho do padeiro da esquina trabalha na loja à tarde. Chama-se Luís, 19 anos, tímido, fofo. Entrega pão nas cantinas, mas à tarde fica sozinho. Vou lá antes das cinco, peço o pão. Ele cora quando me vê. Eu? Olho-o de baixo para cima, como uma puta disfarçada. O coração acelera. Sinto a aliança no dedo, pesada, enquanto ele me serve. Imagino aquela mão jovem no meu corpo. Culpa? Sim, um bocadinho. Mas o tesão ganha.

A Rotina e a Tentação que Cresce

Canícula de agosto. Peço um bolo para sábado, digo para entregar, que a nata derrete. ‘Chamo-me Maria José’, digo, voz baixa. Ele anota, olhos nos meus. No sábado, Paulo joga cartas com amigos. Fico em casa, nervosa. Bato o pé. O sino toca. Abro a porta, ar quente entra. ‘Entra, Luís, toma uma refresco.’ Ele hesita, mas entra. Cozinha fresca. Sentamo-nos. Falo do calor, ele ri. Sinto o cheiro dele, suor jovem. ‘O Paulo não está’, minto baixinho. ‘Só uns minutos.’

Ele aceita o copo. Conversa solta. ‘Precisas de dinheiro pro quartel, não é?’ Ele acena. Eu sei tudo, pergunto às clientes. Aproximo-me. ‘Sabes, Luís, eu… eu penso em ti.’ Ele fica vermelho. Toco-lhe no braço. Coração aos pulos. Olho a rua vazia, medo de alguém ver. ‘Rápido’, sussurro. Puxo-o para o quarto escuro. Fecho persianas. Ele treme. Eu? Molhada já.

A Foda Rápida e o Regresso à Normalidade

Tiro o robe, fico de lingerie preta, cueca transparente sobre a pelagem escura. ‘Gostas?’ Giro. Ele engole em seco. ‘Tens de ir embora cedo.’ Beijo-o, língua faminta. Mão na braguilha dele, caralho duro. ‘Fode-me agora.’ Ele desabotoa, pau jovem, grosso. Eu deito-me, abro pernas. Ele encima, missionário. Entra fácil, estou ensopada. ‘Ai, caralho, que bom.’ Gemo alto, esqueço o risco. Ele pompa, suado. Toquei a aliança, frio contra pele quente dele. ‘Mais forte, Luís, fode esta casada.’ Ele acelera, eu gozo primeiro, cona a apertar.

Viro-me, levro. Ele mete fundo, tapa-me a boca. ‘Silêncio, senhora.’ Eu rio, puta. Dedos no cu dele, ele geme. Chupo-o depois, saboreio o meu sumo. Ele lambe-me, nariz na cona peluda. 69 quente, suor misturado. ‘Vou gozar’, avisa. Eu monto, cavalgo selvagem. Pau no fundo, gozamos juntos. Jatos quentes dentro. ‘Não tires’, peço. Ele fica, mole dentro.

Limpo-nos rápido. ‘Vai, antes que o Paulo chegue.’ Ele veste, beijo final. Envelopo-lhe dinheiro da gaveta, ‘para o quartel’. Ele sai, eu fecho porta. Chove forte lá fora. Eu? Dusho, cheiro a sexo. Paulo chega, beija-me. ‘Bom dia?’ Sorrio. ‘Sim, amor.’ Noite normal, mas cona dói gostoso. Segredo meu. Amanhã, volto à padaria. Olhar de fogo. Ninguém sabe. Adoro isto. Culpa? Pouca. Tesão? Infinito. A minha dupla vida.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *