Todos os anos, o meu marido e eu vamos a um aldeia provençal, no interior, longe do bulício da Côte d’Azur. Alugamos uma casinha típica, coberta de hera, com treliças que dão sombra deliciosa. Passamos os dias em passeios pela campanha, banhos na piscina pequena e sestas… nem sempre castas. Eu sou a esposa perfeita: profissional em Lisboa, aliança no dedo, vida organizada. Mas por dentro, adoro o frisson do proibido.
Como sempre, há o torneio de petanca. Fiz equipa com a Julie, a rapariga dos vizinhos, 19 anos acabados de fazer. Ela é uma moreninha fofa, peitinhos generosos, e o namorado Pierre, loirinho forte. Eles são como irmãos para nós – vimos-nos crescer juntos nestas férias. A Julie confia-se comigo como a uma mana mais velha. No dia da chegada, ela veio ter connosco e, num passeio pelas vinhas, contou orgulhosa a ‘primeira vez’ com o Pierre. Eu ri, mas senti um calor subir pelas coxas. Os mamilos dela endureceram sob o vestido leve, sem sutiã. O meu coração acelerou. ‘Vem, há uma fonte aqui perto’, disse ela, e virámos para o bosque.
A Rotina Perfeita e a Tentação que Cresce
Chegámos a uma clareira paradisíaca: rochas formam um tanque natural, água fresca a jorrar. Bebemos com as mãos em concha. Ela chapinhou-me, rimos, ficámos encharcadas. Sem pudor, a Julie despiu o vestido e a cueca de algodão, mostrando a cona peluda e escura, peitos brancos contrastando com o bronze. ‘Entra!’, insistiu. Olhei em volta – ninguém vem aqui. Levantei o vestido; nunca uso cueca nestas férias. A minha cona raspada, só um triângulo de pelos, fez os olhos dela pararem. Engoliu em seco, devorando-me com o olhar. Dei-lhe a mão, escorreguei no rochedo liso. Ela agarrou-me as ancas, o rosto perto do meu ventre. Senti o cheiro dela, misturado com água fresca. Coração a bater forte, a aliança fria no dedo contra a pele quente dela. Sentámo-nos apertadas, pernas entrelaçadas.
O Êxtase Rápido e o Regresso ao Fingimento
Ela guiou a água para os seios, tetas rosadas a endurecer. Fiz o mesmo, as minhas mãos subiram pelos braços dela, aos ombros. Ela não parou-me. Desci ao pescoço, ela puxou-me para si. Beijos no rosto, unhas nas costas minhas. Os nossos peitos roçaram – que arrepio! Beijámo-nos com fome, línguas enroladas. Agarrei-lhe as nádegas firmes. Levantei-a para o rebordro, joelhos cerrados. Abri-lhos devagar: cona linda, pelos molhados, lábios inchados. Ela meteu-me as mãos na cabeça, ‘Não pares…’. Plantei a boca ali. Lambei a água misturada com o mel dela, explorei os lábios pela floresta de pelos. Achei o clítoris, endurecido. Rodei a língua à volta, chupei-o, mordisquei suave. Ela gemia alto, ‘Ai, sim… mais!’. Deixava a água fria escorrer dos tetos dela até à cona quente – o contraste fazia-a tremer. Enfiei dois dedos na cona encharcada, fodi-a devagar, depois saí e pressionei o cuzinho apertado, que se abriu um pouco. Ela gozou forte, unhas no meu cabelo, ‘Fode, estou a gozar!’, corpo convulso, eu a morder o clitóris, mão nos peitos a apertar mamilos.
Deixei-a recuperar, beijei-lhe os pés enquanto ela refrescava a cona. ‘Quero raspar como tu’, murmurou. ‘Vem à casa, o teu Pierre e o meu marido estão na pesca.’ Abracei-a, mãos a passear. Regressámos despachadas, eu a arrumar o vestido, aliança a brilhar – guilty pleasure máximo. Em casa, raspei-a com cuidado, dedos na cona agora lisa. Depois, jantamos todos como se nada. O meu marido beijou-me a testa, inocente. De noite, na cama dele, pensei na Julie, na cona dela na minha boca, no risco de sermos vistas. Gozei sozinha, mordendo o lençol. Esta dupla vida… vicia. O segredo arde mais que o sexo. Mal posso esperar pelo próximo ano.