Confissão: A Minha Vida Dupla Sem Calcinhas Após o Jogo de Vólei

Sou a Inês, casada com o João há oito anos, engenheira numa firma respeitável em Lisboa. Vida impecável: casa arrumadinha, jantares em família, aliança a brilhar no dedo. Mas aos sábados, jogo vólei com a equipa. E hoje… ganhámos o campeonato! No balneário, o suor cola o fato ao corpo, as raparigas gritam de euforia, empurrões, beliscões nas nádegas. Eu rio, mas estou exausta. Tiro o short apertado, o top encharcado. E de repente… as minhas cuecas sumiram! As traquinas esconderam-nas, como eu faço tantas vezes. Procuro nua no meio delas, coração a bater forte, risos ecoam. ‘Meninas, devolvam! Vou de saia para a receção!’ Elas riem mais. Finalmente, dão-me a toalha, mas as cuecas? Nada. Só o sutiã. Visto a saia justa, o pulôver fino, sinto o ar fresco nas virilhas nuas. Meu Deus, e se alguém descobre?

Na receção do clube, lotada de gente a celebrar. Copos de champanhe tilintam, eu sorrio, aperto mãos. Mas as raparigas piscam-me o olho, roçam-se contra mim ao passar. Laurinda, a mais ousada, belisca-me o rabo disfarçadamente. ‘Calma, Inês, ninguém nota!’ Sinto as nádegas expostas sob a saia, o tecido roçando a pele húmida do duche. O meu clitóris lateja levemente, que vergonha… mas que tesão. O João liga: ‘Chegas cedo, amor?’ ‘Sim, já vou!’ Minto, coração disparado. A aliança pesa no dedo enquanto Laurinda passa a mão pela minha coxa. As meninas sussurram, divertidas. Aceito o jantar pago pelo clube, álcool a soltar. ‘Só um jogo, Inês!’, diz Sandra. Sem cuecas, sento-me com cuidado, pernas coladas.

A Tensão Crescente no Vestuário e na Festa

No restaurante, última mesa. Eu no fim, Sandra à direita, Laurinda à frente. Vinho flui, estou tonta. Laurinda estende o pé por baixo da mesa, roça o meu tornozelo. ‘Para!’, sussurro, vermelha. Ela faz ‘shhh’ com o dedo nos lábios, olhos safados. O pé sobe, acaricia a panturrilha, os joelhos. As minhas coxas abrem-se sozinhas, traidoras. Sinto a cona a humedecer, lábios inchados. O pé dela pressiona as grandes lábios, o dedão no clitóris. ‘Estás quente, Inês?’, pergunta o treinador. Engasgo no vinho. ‘S-sim… tudo bem!’ Sandra ri baixinho. Laurinda empurra o dedão grande na minha entrada molhada, vai e vem devagar. Meu cu contrai-se, nunca toquei ali. O segundo pé roça o ânus, pressiona. ‘Desliza o cu para a beira da cadeira’, murmura Sandra. Obedeço, saia sobe, cona exposta. Dedos dos pés penetram: um na cona, outro no cu. Gozo quase, músculos tremem, mamilos duros furam o pulôver. ‘Vou lá fora apanhar ar!’, fujo, pernas bambas.

O Prazer Explosivo e o Regresso à Rotina

No jardim da pizzaria, ar frio entre coxas encharcadas. Elas seguem-me, rindo. ‘Vocês são loucas! Eu não sou lésbica!’ Laurinda abraça-me por trás, mãos nos seios por baixo do pulôver, belica mamilos. Sandra ajoelha-se, levanta saia, sopra nas virilhas. ‘Olha esta cona pingando!’ Língua de Sandra no clitóris, chupa forte, enfia na cona. Dedo de Laurinda no cu, depois dois, esticam-me. ‘Relaxa, safada!’ Grito abafado na mão dela, corpo explode. Cona jorra, cu aperta os dedos, ondas de gozo rasgam-me. Elas beijam-se sobre o ombro, partilham o meu mel no nariz de Sandra. ‘Café em casa?’, pergunto, ofegante. ‘Só se fores boazinha.’ Devolvem cuecas, enfiadas na saia dela.

Volto a casa, marido dorme. Descalço sapatos, cona ainda lateja, cu sensível. Tomo duche rápido, deito-me ao lado dele, aliança fria contra a pele quente. Ele beija-me: ‘Boa noite, amor.’ Sorrio, secreta. Amanhã, reunião no trabalho, mas revivo o risco: sem cuecas entre estranhos, pés na cona, dedos no cu. Culpa? Pouca. Tesão? Infinito. A minha dupla vida arde, e adoro o perigo de ser apanhada.

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