Voltei para casa depois de confrontar Juliana, a mulher que eu achava ser a amante do Marco. Mas… em vez de briga, acabamos na cama. Pela primeira vez com uma mulher. E se o Marco já tivesse tocado nela? Pensei nisso à noite, sorrindo. Ele notou. ‘O que foi, Valéria?’ Inventei uma história boba do celular. Se ele soubesse…
Agora vivo duas vidas. De dia, esposa perfeita, gerente de banco, aliança brilhando no dedo. À noite, mensagens secretas, e-mails falsos, horários roubados. Compro lingerie fina online, nas promoções, para não desconfiar. Nada de radical, senão o Marco pergunta. Juliana adora. Diz que eu mudei. E eu? Adoro a adrenalina. O risco de ser pega. Coração acelerado, mãos suadas.
O Segredo que Me Consome
Hoje é meu aniversário. Ela marcou no centro comercial, loja chique de lingerie. ‘Nada de calças, só vestido.’ Escolhi um floral, solto, decote mostrando os seios. Chego, ela me beija no rosto. ‘Estás uma delícia, Val.’ Jeans apertado, camisa fina, mamilos marcados. Sem sutiã, óbvio. Entra na loja, só nós e a vendedora loira, simpática.
‘Eu sei as tuas medidas, 90B em cima, 40 em baixo.’ Ri, envergonhada. Ela pega um conjunto preto e roxo, tule transparente. ‘Prova.’ Puxa-me pela mão para a cabine do fundo. Entra comigo? Não, fecha o cortinado. ‘Já volto.’ Despimento-me devagar. Espelho mostra a minha lingerie velha, básica. Tiro tudo. Epilação perfeita, cona lisinha. Visto a calcinha, fecha o sutiã. Uau. Sexy. Nunca me vi assim.
Ela entra de repente. Cola-se atrás. ‘Gostas?’ Mãos nos meus seios, apertando. Fecho os olhos. Mamilos duros sob o tule. ‘Feliz aniversário, minha putinha.’ Mordilha a orelha. Empurra-me contra a parede. Sinto o jeans dela na minha bunda nua. ‘Vai manchar.’ Desliza a calcinha. Fico só de sutiã, mãos na parede, pernas abertas. Coração aos pulos. A vendedora ali perto…
O Prazer Explosivo na Cabine
‘Calma, disse-lhe que é surpresa especial.’ Dedos entre as coxas. Eu pingava. Clitóris inchado. Ela roça, depois enfia dois dedos na cona molhada. ‘Hummm…’ Gemo baixo. Bacia vai ao encontro. Barulho molhado, obsceno. Acelera, fode-me com a mão. Paro o grito mordendo o lábio. Aliança fria no dedo, mão dela quente na minha carne. Quase gozo, mas ela trava. ‘Ainda não.’ Recomeça mais forte. ‘Vem, Juliana, por favor…’
Não aguento. Gozo tremendo, cona apertando os dedos dela, sumo escorrendo. Braços moles, respiração ofegante. Viro-me, beijo-a com fome. Lágrimas nos olhos. ‘Amo-te.’ Ela sorri triste, não responde. Nuas agora, eu tiro o sutiã. Sento-a no banquinho, abro as pernas dela. Cona depilada, molhada. Lambo devagar, clitóris na boca. Ela geme, aperta os peitinhos pequenos. Subo às coxas, cheiro forte. Lambo o cu dela, língua no anel apertado. Ela explode, mão na boca, corpo arqueado.
Ficamos abraçadas, suadas. ‘Vai à caixa em três minutos.’ Sai, eu arranjo-me. Na caixa, pacote embrulhado. Vendedora pisca: ‘Feliz aniversário, aproveitem.’ Juliana ri, puxa-me para fora. Em casa, Marco beija-me a face. ‘Dia bom?’ Sorrio. ‘O melhor.’ Deito com a lingerie nova debaixo do pijama. Segredo guardado. Amanhã, mais. Esta dupla vida… vicia.