Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida e o Foda Proibido no Cais Escondido

Sou a Ana, 35 anos, casada com o Miguel, advogado de topo. Vivemos num apartamento chique no Chiado, Lisboa. Eu trabalho no banco, reuniões intermináveis, saias justas e sorrisos falsos. A aliança no dedo brilha como um lembrete. Mas à noite… ai, à noite o meu corpo grita. O Miguel é gentil, mas previsível. Foda rápida no escuro, sem risco. Eu preciso de adrenalina. De secretos. De me sentir viva.

Hoje, depois do jantar de família, disse que ia ao ginásio. Mentira. O coração já batia forte no táxi para o cais da Ribeira das Naus, aquele canto pobre onde os barcos apodrecem e os tipos duros bebem. Olhava o mar negro, ondas batendo como o meu desejo. Lembrei-me dele, o Rui, ruivo, músculos secos de quem trabalha no mar e rouba nas sombras. Encontrámo-nos há semanas, num bar fedorento. Ele cheirava a sal e suor. Eu, com a aliança, deixei-o meter a mão na minha saia. Desde então, é o meu vício.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Pecado

Cheguei, capa escura, saltos trocados por ténis. Ele esperava atrás de pilhas de redes e caixas. ‘Vem cá, puta casada’, sussurrou, puxando-me para as sombras. Hesitei. ‘E se nos virem?’ Mas o cu já latejava. Ele riu baixo. ‘Então fodo-te mais forte.’ Beijou-me violento, barba picando. Mão dele na minha blusa, apertando os peitos. Eu gemi, sentindo a aliança fria contra o peito quente dele.

Não havia tempo. ‘Rápido, Rui. O Miguel espera-me em casa.’ Ele virou-me contra a parede úmida, saia subida. ‘Quero o teu cu, Ana. Como da primeira vez.’ Lembrei-me: para não manchar a virgindade do casamento, mas agora é só tesão puro. Cuspiu na mão, lubrificou o caralho grosso, veias saltadas. Eu abri as pernas, bunda empinada. O coração na garganta. Barulho de passos ao longe – risco real.

O Encontro Urgente e o Prazer Anal Explosivo

Empurrou devagar. ‘Devagar… dói um bocado.’ Mas eu queria. A cabeça do caralho abriu o meu cu apertado. Centímetro a centímetro, preenchendo-me. ‘Que cu guloso, caralho.’ Começou a bombar, forte, ritmado como as ondas. Eu mordi o lábio, unhas na madeira podre. A aliança roçava no braço dele enquanto ele me segurava. ‘Mais fundo, fode-me como uma vadia.’ Ele acelerou, bolas batendo na minha cona molhada. Sudor, cheiro de sexo misturado com peixe e mar. Gozei primeiro, pernas a tremer, cu contraindo no caralho dele. ‘Porra, Ana!’ Ele explodiu dentro, jatos quentes enchendo-me.

Puxou-se fora, esperma a escorrer pelas coxas. Limpámo-nos com um pano sujo. ‘Vai, antes que te apanhem.’ Beijei-o rápido, sabor a sal. No táxi de volta, o cu ardia deliciosamente. Cheguei a casa, perfume trocado por aftershave do Miguel. Ele dormia. Tomei banho, mas o cheiro dele ficou na memória. Deito-me ao lado do marido, aliança brilhando. Sorri no escuro. Amanhã, mais reuniões. Mas o segredo arde. Sou a senhora perfeita… e a puta do cais. Este risco? É o meu oxigénio. Mal posso esperar pela próxima.

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