Sou a Ana, 42 anos, casada há 15 com o Miguel, engenheiro sério e dedicado. Dois filhos, casa em Lisboa, trabalho como consultora numa firma grande. Todo o mundo me vê como a mulher perfeita: elegante, organizada, sempre a sorrir nas jantares de família. Mas… tenho uma dupla vida. O Pedro, 28 anos, filho do melhor amigo do meu marido. Alto, musculado, daqueles olhares que me derretem. Começou há um ano, numa festa na praia. Agora, é o meu vício secreto. Adoro o risco, o coração aos saltos, a aliança no dedo a roçar na pele dele.
Hoje, disse ao Miguel que ia fazer uma caminhada nos montes do Algarve, sozinha, para ‘descomprimir’. Ele acreditou, como sempre. Mas vim direita para a casa de praia da família, aqui em Sagres, fechada desde o inverno. O Pedro mandou mensagem: ‘Estufa, 18h. Não demores’. O estômago revirava-se. E se alguém aparece? A família usa esta casa no verão. Mas isso… excita-me mais. Dirigi devagar, as mãos suadas no volante. Parei o carro atrás das dunas, coração a martelar. A aliança brilha ao sol poente. ‘Sou uma cabra’, penso, mas as cuecas já estão molhadas.
A Rotina Perfeita e o Desejo que Queima
Entro na estufa abandonada. Cheiro a terra húmida, flores silvestres, calor abafado. Ele está lá, encostado à mesa velha, sem camisa, calções justos. ‘Ana… finalmente.’ Aproxima-se, beija-me o pescoço. ‘O Miguel?’ ‘A trabalhar. Mas temos de ser rápidos.’ As mãos dele nas minhas ancas, puxam-me contra o peito duro. Sinto o pau dele a pulsar. ‘Olha para isto’, digo, mostrando a aliança. ‘E se ele soubesse?’ Ele ri baixo: ‘Isso é que me põe louco. Despir a senhora respeitável.’ Desabotoa a minha blusa devagar, beija os seios por cima do sutiã. Eu gemo, mãos no cabelo dele. Culpa? Sim, um bocadinho. Mas o desejo ganha sempre.
Não aguento mais. ‘Fode-me agora, Pedro. Rápido, antes que chegue alguém.’ Ele ri: ‘Impaciente, hein?’ Baixa os meus calções e as cuecas num gesto. Eu abro as pernas na mesa poeirenta. Ele ajoelha-se, língua no meu clitóris. ‘Estás ensopada, Ana. Gostas do risco?’ Chupo o ar, unhas nas costas dele. ‘Sim… lambe mais.’ A língua entra em mim, chupa forte. Eu gozo rápido, tremendo, mordendo o lábio para não gritar. Levanto-o, arranco os calções. O caralho dele, grosso, latejante. ‘Chupa-me’, manda. Eu obedeço, boca cheia, saliva a escorrer. Ele geme: ‘Assim, boa putinha casada.’
O Encontro Urgente e o Prazer Explosivo
Não há tempo. Viro-me, empino o cu. Ele entra de rompante, fundo. ‘Caralho, que apertada!’ Puxa o meu cabelo, fode com força, a mesa range. Sinto cada centímetro, o contraste da aliança fria no tampo quente. ‘Mais forte… fode a tua casada!’ Ele acelera, bolas a bater no meu clitóris. Suor escorre, cheiro a sexo no ar húmido. ‘Vou gozar dentro’, avisa. ‘Sim, enche-me!’ Ele explode, jatos quentes. Eu venho de novo, pernas a tremer, visão turva. Cai-mos ofegantes, colados.
Arrancamos a roupa às pressas. ‘Vai primeiro’, diz ele. Eu ajeito o cabelo, ponho baton, saio. No carro, pernas moles, esperma a escorrer. Chego a casa, Miguel beija-me: ‘Boa caminhada?’ ‘Perfeita.’ Sorrio, coração ainda acelerado. Ninguém sabe. Amanhã, volto à rotina: almoços de família, reuniões. Mas no fundo, arde o segredo. O risco. A próxima vez. Sou duas mulheres: a boa esposa, e esta… viciada no proibido. E adoro.