Confissão Íntima: Minha Dupla Vida e o Sexo Proibido com um Rapaz de 28 Anos

Sou a Ana, 48 anos, casada há 20, advogada em Lisboa. Vida perfeita: marido estável, filho de 30 divorciado, casa impecável. Mas por dentro… ufa, queima. Adoro o risco, o segredo. Meu coração acelera só de pensar. Tudo começou na Páscoa, no Alentejo. Férias com o meu filho e o amigo dele, o Miguel, 28 anos. Encontrámo-nos no Café Central em Évora. Ele, alto, olhos castanhos, sorriso safado. Olhava para mim como se eu fosse uma miúda de 20. Senti um arrepio. Meu marido? Nem sonha. Ele trabalhava em casa, eu saía ‘para passear’. A aliança no dedo brilhava, mas a mão dele roçava a minha de propósito. No almoço num restaurante perto de Reguengos, bebi vinho, ri alto. Ele piscava, eu mordia o lábio. ‘Ana, você é incrível’, disse baixinho. Meu filho não viu. Mas eu? Molhada já. À tarde, inventei: ‘Vou mostrar a região ao Miguel, vocês fiquem com os vinhos’. Marido: ‘Vai lá, diverte-te’. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais. No carro, tensão no ar. Ele: ‘Ontem no café, você corou por mim?’. Sim. Toquei a cara dele, macia. ‘Gostas de mulheres como eu?’. ‘Adoro. Madura, curvas reais’. Meu peito subia e descia. Parei num olival, sol quente, Páscoa suave. Desci, ele veio atrás. Braço no meu, mão na minha. A aliança fria contra a pele quente dele. Beijei o pescoço dele primeiro. Ele gemeu. ‘Ana…’. Labios colaram, línguas quentes, molhadas. Uf, que fome.

Ele puxou-me para trás de uns sobreiros. Relva seca, cheiro a terra. ‘Aqui? E se alguém vê?’. ‘Melhor assim’, disse ele, voz rouca. Abri a blusa, sutiã de renda. Seios pesados, 48 anos, caíam um pouco mas firmes. Ele atacou, mordeu os mamilos duros. ‘Caralho, que tetas’. Gemi alto, mão na cabeça dele. ‘Chupa mais, vai’. Culotei já ensopada. Tirei a saia, calcinha de algodão branca, molhada no meio. Ele viu: ‘Que cona linda, grisalha mas gulosa’. Deitei-me, pernas abertas. Dedos dele entraram, dois de uma vez. ‘Tão quente, Ana’. Vagina pulsava, sucos escorriam. Lambi o clitóris inchado, língua rodando. ‘Assim?’. ‘Sim, fode-me com a boca’. Gozei rápido, corpo tremendo, pernas fechando na cara dele. ‘Ai, meu Deus’. Ele despiu-se, caralho duro, grosso, veias saltadas. 28 anos, pau de jovem. ‘Quero-te dentro’. Ele meteu devagar, esticou-me toda. ‘Larga, mas aperta bem’. Fodia forte, mãos nas minhas nádegas gordas. ‘Bate nessa bunda, Ana’. Eu cavalgava, seios balançando na cara dele. ‘Fode a tua casada, enche-me de porra’. Ritmo louco, suor misturado, sol a queimar as costas dele. Corri outra vez, unhas nas costas. Ele grunhiu: ‘Vou gozar’. ‘Dentro, sim!’. Jatos quentes, encheram-me. Ficámos colados, ofegantes. Cinco minutos? Parecia horas. Limpei com lenços, vesti rápido. ‘Volto já para casa, marido espera’. Beijo final, molhado.

O Segredo que Começou a Queimar

No carro de volta, perna dele na minha, mão na coxa. Cheguei, marido: ‘Foi bom?’. ‘Sim, olivais lindos’. Sorri, aliança suja de terra. Dentro de mim, porra dele escorria devagar. Coração ainda batia forte. Noite, deitada ao lado do marido a dormir, toquei-me quieta, pensando no risco. Ele podia ter visto. Filho suspeitar. Mas o segredo? É o melhor. Amanhã, vida normal: tribunal, jantares. Mas nojo? Não. Só tesão. Quero mais. Esta dupla vida… vicia. Quem diria que uma senhora casada como eu adora ser puta escondida? Uf, só de contar, molho outra vez.

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