Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Casada e as Fodas Secretas que me Fazem Tremer

Eu sou a Ana, 42 anos, casada há 15 com o Rui, um contabilista certinho de Lisboa. De dia, sou gerente num banco no Chiado, saias lápis, salto alto, aliança brilhando no dedo. Vida impecável: jantares em família, fins de semana no Guincho. Mas à noite… ai, à noite o demónio desperta. Há seis meses, comecei com o Vasco, o estagiário de 28 anos, corpo de ginásio, pau que não mente. Ele sabe que sou casada, adora o risco. Ontem, menti pro Rui: ‘Reunião tardia no escritório’. Coração aos pulos no carro a caminho do motel discreto na Marginal. A aliança pesa no dedo enquanto aperto o volante, suor frio na nuca. E se o Rui liga? E se alguém me vê? Isso só me excita mais, a boceta já lateja de humidade.

Cheguei, ele esperava na porta do quarto 12, olhos famintos. ‘Entra rápido, puta casada’, sussurrou, puxando-me pelo braço. Porta bateu, bocas coladas, línguas devorando. Rasguei a camisa dele, unhas cravando no peito liso. Ele agarrou minha saia, subiu-a até à cintura, rasgou a renda da tanga. ‘Estás encharcada, Ana. O Rui não te fode assim, pois não?’ Neguei com a cabeça, gemendo, enquanto ele me atirava na cama. Joelhos no colchão, cara na fronha, ele cuspiu na mão e esfregou no cu. ‘Hoje quero aqui, devagarinho.’ Pau enorme, cabeçona inchada, pressionou a entrada. Dor boa, estiquei-me toda, mordendo o lábio. ‘Devagar… ah, caralho, entra todo!’ Ele obedeceu, centímetro a centímetro, 20cm de grossura a rasgar-me. Começou lento, depois bombadas fortes, bolas batendo na minha boceta. ‘Grita, vadia, mas baixo que nos apanham!’ Eu tapava a boca, mas os gemidos escapavam: ‘Fode-me o cu, Vasco, mais forte! Enche-me de porra!’ Ele acelerou, mão no meu clitóris, esfregando furioso. Orgasmo veio como tsunami, pernas tremendo, esguichei no lençol. Ele grunhiu, gozou fundo, jatos quentes a encher-me o rabo. 10 minutos de foda brutal, urgente, porque eu tinha de voltar antes da meia-noite.

A Rotina Perfeita e o Fogo Escondido

Limpei-me à pressa no chuveiro minúsculo, cheiro de sexo na pele. Beijo molhado de despedida: ‘Volta depressa, minha casada safada.’ No carro, porra escorrendo pelas coxas, aliança fria contra o volante quente. Cheguei a casa, Rui no sofá a ver futebol. ‘Reunião longa, amor.’ Sorri, beijei-o na cara, sentei ao lado. Ele pôs a mão na minha perna, inocente, sem saber o cu da mulher ainda latejava. Jantámos bacalhau, falei do trabalho banal. Mas por dentro… ferver. O segredo queima, a culpa pica como agulha, mas o prazer é viciante. Amanhã, volto ao banco, cumprimentar o Vasco com olhares cúmplices. Ninguém sabe. Sou a senhora perfeita e a puta secreta. E adoro cada segundo deste risco. Meu coração ainda bate forte só de lembrar. Quero mais.

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