Acabei de chegar a casa, o coração aos pulos, as pernas ainda trémulas. O Pedro está na sala, a ver o jogo na TV, como sempre aos domingos. ‘Onde estavas?’, pergunta ele, distraído. ‘A ajudar a vizinha com uma fuga na cozinha’, minto eu, com um sorriso inocente. Dentro de mim, sinto o sêmen dele a escorrer devagar pela coxa, o cheiro do seu suor misturado com o meu mel. Meu Deus, que risco… mas que gozo.
Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o Pedro, gerente de banco, vida impecável em subúrbio de Lisboa. Casa asseada, dois filhos na escola, aliança no dedo que brilha como um lembrete constante. Mas tenho esta fome… adoro o segredo, o pulsar do perigo de ser apanhada. O Ricardo, o vizinho de ao lado, 42 anos, ‘falso loiro’ com olhos pretos que me devoram, casado também. A mulher dele viaja muito. Há meses trocamos olhares, toques ‘acidentais’ no jardim.
A Rotina Perfeita e o Chamado do Desejo Secreto
Semana passada, domingo de outubro, folhas mortas por todo o lado. Eu no jardim, a fingir a esposa perfeita, quando ele grita do balcão: ‘Ana! Socorro! Fuga enorme debaixo do lava-loiça, água por todo o lado!’ Panico na voz, mas eu sei que é metade teatro. O Pedro ouve: ‘Onde vais tu?’ ‘Ajudar o Ricardo, coitado, chama um canalizador num domingo?’ Ele resmunga: ‘Aquela cabra… vai lá, mas rápido.’ Olhar dele furioso, mas saio, caixa de ferramentas na mão – herdei do pai, sei o que faço.
Entro em casa dele, caos na cozinha, poça no chão. ‘Deita-te aí, eu vejo’, digo, nervosa. Visto saia curta, meias até meio da coxa – raro em mim. Deito-me de costas debaixo do lava-loiça, pernas abertas para alcançar. Ele fica perto, ajoelhado. Sinto o olhar dele a subir pelas coxas nuas. ‘Um juntas partido’, diagnostico, voz rouca. Coração bate forte, aliança fria contra o metal quente do cano. Ele toca a minha perna: ‘Para te equilibrar.’ Menti. A mão sobe, roça a renda da cueca. Molho-me já, o cheiro trai-me.
‘Tira isso, Ricardo. O Pedro pode ligar.’ Mas não paro. Ele ri baixo: ‘Abre mais, Ana. Quero ver.’ Hesito, pulso acelerado. Abro. Ele desliza por baixo da saia, cara colada: ‘Cueca branca, já ensopada. Adoro o teu cu perfeito.’ Coro, mas inclino-me, oferecendo. Ele baixa as calças, caralho duro aos saltos, começa a punhetar furioso, a 10 cm da minha cara. ‘Para’, digo, voz urgente. ‘Guarda para mim.’ Tiro a cueca, cona exposta, inchada. Ele atira-se, língua na minha fenda, chupa o clitóris como louco. ‘Ahh… foda-se…’, gemo baixo, tremendo. Gozo rápido, jatos na boca dele, corpo em espasmos.
O Êxtase Rápido e o Frisson do Risco
Viramo-nos, 69: eu por cima, engulo o caralho dele inteiro, bolas na cara, ele lambe o cu e cona ainda pingando. ‘Vem na minha boca’, ordeno. Ele explode, porra quente, engulo tudo, sugo até doer. Levanto-me ofegante: ‘Fode-me agora.’ Ele vira-me contra o lava-loiça, caralho entra na cona molhada de uma estocada. ‘Que cona apertada, Ana, melhor que sonhava.’ Pistona forte, mãos nos meus peitos, morde o pescoço. Sinto a aliança roçar a dele – dois casados a foder como animais. ‘Mais rápido, o Pedro pode aparecer!’ Gozamos juntos, eu grito abafado, ele enche-me.
‘Ouça, pipi?’, pergunta ele, excitado. ‘Quero ver-te mijar.’ Riso culpado: ‘Seu porco.’ Agacho-me sobre ele nu, mijo quente no peito dele, na boca aberta. Ele lambe tudo, dedos no meu cu. ‘Agora o cu?’, pede. ‘Não, sem tempo!’ Telemóvel toca – Pedro. ‘Volto já.’ Visto-me às pressas, beijo molhado: ‘Da próxima, enche-me o cu.’ Saio, pernas bambas.
Em casa, Pedro: ‘Demoraste.’ ‘Juntas teimosas.’ Sorrio, segredo a queimar. Noite inteira a pensar no risco, na porra dele dentro de mim. Amanhã, vida normal. Mas já quero mais. Esta dupla vida… vicia.