Confissão: Minha Dupla Vida de Esposa Recatada e Foda Secreta em Strip-Poker

Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, advogado como eu. De dia, sou a esposa perfeita: saias alinhadas, aliança a brilhar no dedo, reuniões no escritório. Ninguém imagina a minha outra vida. Adoro o risco, o coração a bater forte quando faço algo proibido. Ontem à noite, menti ao João que era uma festa só de raparigas. Convidei as minhas amigas Elisa e Carlota, e o Danilo, que trouxe o Henrique. Ele é novo no grupo, tímido, com um ramo de flores na mão. Sorri para mim, e eu senti um arrepio. O João telefonou: ‘Diverte-te, amor, chego tarde.’ Perfeito.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

O álcool correu solto desde as 18h. Dançámos, rimos. Por volta das 22h, a Elisa propôs jogos. ‘Poker!’, disse eu. O Danilo riu: ‘Strip-poker!’ O Henrique hesitou: ‘É razoável?’ Mas as raparigas aplaudiram, e eu engoli uma vodka dupla, o coração acelerado. Sentámo-nos à mesa. O Danilo ganhou as primeiras. Eu perdi a blusa, o sutiã. Os meus peitos nus, os mamilos duros pelo ar fresco. Olhei para o Henrique, ainda vestido, a corar. Perdi a saia, fiquei de cueca. A Carlota perdeu tudo, até os pelos púbicos – improvisámos um ‘salão’ na casa de banho, risos e espuma por todo o lado.

A Noite que Começou como Mentira Perfeita

Fiquei só de tanga, molhada. ‘Estou encharcada’, disse ao Henrique, sozinhos na cozinha. ‘Vodka ou… outra coisa?’ Estendi-lhe a tanga. Ele pegou, cheirou. ‘As duas’, murmurou, a gravata frouxa. O meu clitóris latejava. A Elisa voltou nua, e propuseram wrestling. Empurrámos os sofás. Eu contra a Elisa: caímos, rolar, peitos a roçar. Perdi, ganhei palmadas. O Henrique foi suave, a mão a acariciar. O Danilo usou um cinto, forte. ‘Ai!’, mas adorei a ardência nas nádegas. Na minha quarto, pedi creme. ‘Vai fundo’, supliquei. Os dedos dele na minha cona, lubrificando tudo. Suspirei, empurrei contra ele.

O Sexo Intenso e o Risco de Ser Apanhada

O Danilo e a Carlota entraram, nus no chão. Eu mostrei os preservativos da mesa de cabeceira. No salão, a Elisa: ‘Colin-maillard paillard!’ Vendou os olhos ao Henrique, amarrou-lhe as mãos. Despiram-lhe as calças, o pau duro saltou. ‘Adivinha quem te chupa!’ Eu ajoelhei, engoli o caralho dele, grosso, quente, a pulsar na boca. Ele gemeu: ‘Ana?’ Tirei, mas já estava feito. O risco… o João podia ligar. Puxei-o para o quarto. ‘Fode-me agora, rápido.’ Ele rasgou o preservativo, deitei-me na cama conjugal. A aliança no meu dedo roçava a dele. ‘Estás casada’, disse ele, excitado. ‘Cala-te e mete.’ Entrou de rompante, a cona apertada, molhada de desejo. Fodia forte, os quadris a bater, o pau a encher-me. ‘Mais rápido!’, gemi, unhas nas costas. O coração troava, medo de barulho. Gozei primeiro, o corpo a tremer, esguichando no lençol. Ele veio logo, enchendo o preservativo. ‘Incrível’, ofegou.

Vesti-me a correr, limpei o creme das nádegas vermelhas. O grupo dispersou. O João chegou meia-hora depois. ‘Foi fixe?’, beijou-me. ‘Sim, amor.’ Sorri, a cona ainda sensível, o cheiro dele na pele. Deito-me agora, sozinha na cama, a mão na aliança, a outra na cona. O segredo arde em mim. Amanhã, volto ao escritório, recatada. Mas esta noite… foi perfeita. O frisson de quase ser apanhada? Viciante. Quero mais.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *